Mou: «Rooney? Comigo nunca será um 6 ou 8; Queremos rapidamente o 4.º reforço; Jovens? Já apostei em 49; Giggs queria o meu lugar»

Imagem: Daily Mail
Os Red Devils devem anunciar um médio nos próximos dias, sendo que André Gomes, Pogba, Matic, Kanté, Lass Diarra e Matuidi são os nomes mais falados. 

Principais destaques da 1.ª conferência de imprensa de Mourinho como treinador do Man Utd:
Reforços? - "Temos três novos jogadores [Bailly, Ibrahimovic e Mkhitaryan] e até não termos o quarto estamos a trabalhar arduamente nisso. Queremos tê-lo com antecedência, não em cima do fecho. O mercado está aberto e quero os jogadores satisfeitos comigo. Depois de ter estes 4 logo se vê o que dá o mercado".
Pressão? - "Alguns treinadores ganharam o último título há dez anos e continuam tranquilos [indirecta para Wenger]. Alguns nem isso. Eu ganhei há um ano. Se tenho muito a provar, imaginem os outros. Tenho a provar a mim mesmo. Essa é a minha natureza. Nunca seria capaz de trabalhar sem sucesso".
Champions? - "É uma desilusão não estamos lá, mas em 2017 temos de estar".
Rooney? - "Talvez não seja mais um número 9 mas comigo nunca será um número 6, a jogar a 50 metros da baliza. Tem um passe fantástico mas o meu também é sem pressão. Vai ser um 9, um 9,5 ou um dez mas não um 6 nem um 8".
Aposta nos Jovens? - "Quanto tempo resta até ao final da conferência de imprensa? Dez minutos? Não chega... Sabia que isso vinha aí..., mas são 49 meus amigos, 49. Se quiserem posso dar-vos os nomes de todos. Lancei 49 jovens da formação [dos clubes]". Com dois pormenores, pois promovem-se jogadores não tem outra saída, devido a lesões ou quando não se estar a lutar por grandes objetivos e se joga sem pressão. Ora o número de lesões nas minhas equipas foi sempre muito baixo, pelo que nunca promovi nenhum jovem por necessidade, e sim por convicção".
Saída de Giggs? - "O trabalho que o Ryan queria foi aquele que me deram. A culpa não é minha. Ele queria ser treinador do Manchester United. Só os proprietários e a direção podem dizer as razões por que decidiram que o trabalho era meu".

Etiquetas: