Low permanece no comando da Alemanha; Salin (Marítimo) no Guingamp; Celta garante defesa da Fiorentina; Michael Matthews vence no Tour

Um Mundial, um 2.º lugar no Euro'2008, mais uma presença numa meia-final de um campeonato do Mundo e em duas de Europeus. O trajecto impressiona, e esta década ao serviço da 'Mannschaft' tem sido um sucesso (voltou a colocar o país no topo do Mundo e com um futebol do melhor que se vê em termos de selecções). Mas este era o timing ideal para sair e demonstrar o que vale ao nível de clubes.

Joachim Low vai orientar a seleção alemã pelo menos até ao Mundial'2018. Depois da eliminação frente à França nas meias-finais do Euro'2016, o técnico ainda tinha deixado o futuro em aberto mas hoje a federação alemã desfez as dúvidas. «Todos estávamos decepcionados após a meia-final, mas creio que a selecção nacional não decepcionou. Fomos a equipa mais jovem do torneio e mostrámos todo o nosso potencial. Tenho a certeza que ainda teremos muitas alegrias, por isso quero continuar a evoluir com todos estes jogadores a pensar no Mundial-2018», disse Low, que está no cargo desde Julho de 2006.

Paulo Sousa, que ainda não recebeu reforços de 1.ª linha, vê sair um dos titulares da última época - O Celta de Vigo anunciou a contratação de Facundo Roncaglia, defesa que chega proveniente da Fiorentina. O lateral/central, de 29 anos, que esteve ao serviço da Argentina, na recente Copa América, assinou até 2020.

Foi associado ao Sporting e Benfica -  Romain Salin é oficialmente reforço do Guingamp. O guarda-redes francês, que tinha terminado contrato com o Marítimo, clube que representou durante cinco épocas, assinou por uma época pelo emblema da Ligue 1.

Rui Costa voltou a entrar na fuga do dia, passou mesmo na frente na contagem de montanha de 1.ª categoria (veremos se é um objectivo), mas o grupo era complicado e só fez 11.º - Michael Matthews venceu a 10.ª etapa do Tour batendo ao sprint Sagan e Boasson Hagen. O australiano integrou uma fuga em que a sua equipa, a Orica, tinha mais elementos, e depois de ter cortado o grupo da fuga (Nibali e Rui Costa ficaram para trás), já num grupo reduzido bateu os rivais. O pelotão chegou a quase 10 minutos, num dia tranquilo para os favoritos à geral.

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