O XI de Portugal frente à Hungria

Após dois empates frente a adversários acessíveis, Portugal entra em campo frente à Hungria com a certeza de que a divisão de pontos lhe permite aceder à fase seguinte da competição. Mas mais que o resultado, importante é deixar uma imagem mais consentânea com o papel de candidato à vitória. Na realidade, as exibições não têm sido tão fracas quanto se quer fazer crer, mas a total ineficácia, aliada às fragilidades apresentadas pelos oponentes, levantaram dúvidas quanto à real capacidade do grupo. Fernando Santos fez algumas alterações no segundo jogo, não só incluindo William Carvalho e Quaresma no onze, mas também alterando o desenho táctico de modo a albergar três avançados. Frente a uma Hungria, com teoricamente mais argumentos, fica a dúvida em relação ao modelo a utilizar. Por outro lado, as limitações físicas de Raphael Guerreiro e André Gomes, bem como o desgaste das duas partidas já disputadas, também podem pesar na decisão final e baralhar as contas do onze. Após uns dias de intenso debate, desde a hierarquia dos livres directos até à correlação entre o azar e a inabilidade, a equipa nacional regressa ao relvado sabendo que, caso vença, e o faça por números superiores a uma vitória islandesa, evita os grandes candidatos até uma eventual final. Assim, e como vem sendo hábito, o Visão de Mercado pediu a vários dos seus colaboradores que elaborassem a formação que, caso fossem o selecionador nacional, escolheriam para entrar em campo no Grand Stade de Lyon.


Na baliza, Patrício foi o mais escolhido, ao passo que na direita da defesa Cédric levou a melhor sobre Vieirinha. No centro da defesa subsiste a unanimidade em torno da dupla Pepe-Carvalho, tal como com Guerreiro na lateral esquerda. No meio-campo, William ganhou o lugar a médio defensivo e Renato Sanches seria a escolha para 2.º médio. Já João Mário e André Gomes deviam estar no no apoio a uma dupla de ataque que, segundo os nossos colaboradores, deveria ser composta por Nani e Ronaldo.

Etiquetas: