Lucescu deixa Shakhtar; PSG limpa tudo (Ibrahimovic marcou 52 golos em 51 jogos); Morata termina com sonho do Milan no minuto 110

Herança pesada para Paulo Fonseca (está a ser apontado aos ucranianos)? Lucescu, que deve ser o sucessor de Villas-Boas no Zenit, é uma espécie de Ferguson do emblema de Donetsk, tendo feito um dos trabalhos mais notáveis da história recente do futebol europeu, com 12 anos a um excelente nível competitivo, não só no plano interno mas também internacional, tendo contribuído para a "exportação" de elementos como Fernandinho, Luiz Adriano, Willian ou Douglas Costa.

Era um rumor, agora é oficial. O treinador romeno Mircea Lucescu colocou este sábado um fim a 12 épocas no banco do Shakhtar Donetsk, despedindo-se com a conquista da Taça da Ucrânia de futebol, ao bater o Zarya, por 2-0, com dois golos de Gladki. Ao longo da sua estadia no clube, Lucescu venceu uma Taça UEFA, oitos ligas ucranianas, seis taças e sete supertaças.

Super-Ibra deixa França depois da melhor época na carreira (52 golos em 51 jogos); Parisienses venceram as 4 competições internas pelo 2.º ano consecutivo (ao todo foram 11 títulos só nos últimos 3 anos) - O PSG continua a "papar" tudo a nível interno. A equipa da capital venceu a Taça de França, ao bater na final o Marselha por 4-2, e voltou a vencer todos os títulos do panorama interno (nas últimas 3 temporadas só perdeu a taça em 2013-2014). Logo aos 2', Matuidi abriu o marcador, tendo Thauvin empatado aos 12'. No segundo tempo, Zlatan Ibrahimovic fechou com chave de ouro a melhor época da carreira, com um bis (Cavani também marcou), tendo ainda Batshuayi reduzido para o Marselha, que, em sentido inverso, realizou uma péssima época.

Allegri volta a conquistar a dobradinha (e a Vecchia Signora nem se dava bem com a Taça); Rossoneri novamente fora da Europa - A Juventus arrecadou a Taça de Itália ao levar a melhor sobre o AC Milan, tendo Álvaro Morata feito o único golo da final já no prolongamento. O espanhol, aos 110 minutos, marcou na primeira vez em que tocou na bola, recebendo da melhor maneira um cruzamento de Cuadrado, que também tinha sido lançado por Allegri no decorrer do encontro. Por outro lado, o Milan, que conseguiu dividir o encontro com a pentacampeã italiana e até demonstrar alguma superioridade durante grande parte da partida, perdeu a última oportunidade de poder marcar presença nas competições europeias no próximo ano. Individualmente, Dybala foi o mais inconformado da Vecchia Signora, Chiellini foi o melhor do sector defensivo. Lemina correspondeu à aposta do treinador (grande arranque no golo) e os suplentes Alex Sandro, Cuadrado e Morata foram fundamentais na subida de produção da equipa e neste triunfo. Já Hernanes e Mandzukic passaram ao lado do encontro, Rugani teve muitos problemas e Pogba abusou do individualismo. Em relação ao conjunto de Brocchi, Montolivo mandou no meio-campo, tendo a preciosa ajuda de Kucka (muito forte no desarme), Bonaventura e Honda desequilibraram a espaços e os defesas De Sciglio, Romagnoli e Calabria (ofereceu muita profundidade) realizaram uma exibição competente.

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