Niko Kranjčar reforça Cosmos; Hazard, Kompany, Vertonghen e De Bruyne falham Portugal; Arsenal não desiste do título (Iwobi voltou a destacar-se)

Os comandados de Wilmots têm o talento de sempre do meio campo para a frente, mas a equipa continua a ter falta de soluções para as laterais defensivas, ao contrário do que acontece na zona central. Jordan Lukaku, o irmão do avançado e um dos destaques da convocatória, pode ser um nome a ter em conta para os próximos tempos e talvez possa aproveitar a ausência de Vertonghen para se mostrar. Ainda assim, deve ser um central - provavelmente Vermaelen - a ocupar a posição contra Portugal. Já no ataque, nota para a chamada de Thorgan Hazard, que pode beneficiar da ausência do irmão. 

A Bélgica revelou os convocados de Marc Wilmots para a recepção a Portugal, com ausências de peso como as dos centrais Kompany e Vertonghen e a dos extremos Hazard e De Bruyne. Guarda-redes: Courtois, Gillet e Mignolet; Defesas: Alderweireld, Boyata, Denayer, Engels, Gillaume Gillet, Lombaerts, Jordan Lukaku e Vermaelen; Médios: Carrasco, Chadli, Dembele, Fellaini, Thorgan Hazard, Mertens, Nainggolan e Witsel; Avançados: Batshuayi, Benteke, Romelu Lukaku e Origi.

Um jogador que ficou aquém do que prometeu - Niko Kranjcar, aos 31 anos, vai jogar no New York Cosmos, clube americano que actua na NASL (uma espécie de segunda divisão americana) e que já tinha recrutado Juan Arango. O médio ofensivo croata, bastante talentoso, estava sem clube desde que rescindiu com o Dínamo de Kiev.

Exibição muito consistente do Arsenal num terreno extremamente complicado; Iwobi (que já tinha deixado boas indicações frente ao Barça) voltou a fazer estragos com a sua velocidade - Os gunners não querem desistir do título. Na abertura da jornada, venceram em Goodison Park por 2-0, com golos de Welbeck e Iwobi, e colocaram-se a 8 pontos do Leicester. Os londrinos tiveram uma entrada muito positiva e chegaram cedo à vantagem por intermédio de Welbeck, que continua em boa forma. Ainda na primeira parte, foi o jovem Iwobi a desmarcar-se e, depois de uma grande arrancada, a fazer o 2-0 e a dar mais uma prova do seu talento. Um Arsenal eficaz, que ia tendo mais posse de bola e que estava a impedir o conjunto de Roberto Martínez de criar perigo. O Everton tentou reagir na segunda parte, mas a vitória da turma de Wenger nunca pareceu estar em risco e o resultado não sofreria alterações.

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