Atsu no Malaga; Abel Xavier é o novo seleccionador de Moçambique; 10 equipas da II Liga vão ter de integrar um jogador chinês; Simon Gerrans vence Tour Down Under; Irmãos Quintana dominam na Argentina

Abel Xavier é o novo treinador da seleção de Moçambique, anunciou hoje o presidente da Federação Moçambicana de Futebol (FMF), Alberto Simango Júnior. O antigo internacional português, de 43 anos, chega ao comando técnico dos ‘mambas’ num momento em que a seleção acumula maus resultados, tendo sido afastada pelo Gabão na segunda eliminatória de qualificação para a fase de grupos da zona africana de apuramento para o Mundial2018, e substitui o croata Boris Pusic, que apenas dirigiu a seleção moçambicana nos últimos dois jogos oficiais. Dauto Fáquira também estava a ser associado à selecção moçambicana mas a escolha acabou por recair no antigo treinador do Aves, Farense e Olhanense.

O ex-FC Porto esteve praticamente certo no Levante mas foi "desviado" - Christian Atsu vai representar o Málaga até ao final da temporada, por empréstimo do Chelsea. O extremo, de 24 anos, representou o Bournemouth na 1.ª metade da época mas só foi utilizado em 2 jogos.

Faz sentido? - A multinacional chinesa Ledman vai patrocinar a II Liga a partir da próxima temporada. De acordo com o comunicado publicado pela empresa chinesa, a II Liga passará a chamar-se Ledman ProLiga e os dez melhores clubes do campeonato irão receber um jogador chinês. A Liga Portuguesa de Futebol Profissional, pode ler-se, "tem que garantir uma taxa de utilização dos jogadores e comprometer-se a elevar o nível dos atletas chineses". "A Ledman enviará dez jogadores e três treinadores adjuntos para trabalhar nos dez melhores clubes da II Liga", informa a empresa.

A temporada velocipédica não começou da melhor maneira, sendo desde já marcada por quedas graves (Malori está em coma induzido após cair na Argentina, Degenkolb, Barguil e outros elementos da Giant sofreram o mesmo infortúnio, em Espanha), mas os australianos e os irmãos Quintana são os primeiros a sorrir - No começo da época de 2016, o Tour Down Under foi dominado pelos australianos, que venceram todos os dias. Caleb Ewan (Orica) venceu duas etapas, Porte, agora na BMC, venceu a etapa rainha e esteve na luta pela geral até ao fim (foi 2.º, à frente de Henao, da Sky) e Simon Gerrans (Orica), apostado em fazer esquecer a via sacra que foi 2015, venceu pela quarta vez a geral da prova mais importante do ciclismo australiano (as bonificações foram decisivas). Por outro lado, os irmãos Quintana, da Movistar, estiveram em destaque na América do Sul, tendo Dayer sido o mais forte no Tour de San Luis (Nairo, que trabalhou para o irmão, foi 3.º, atrás de Sepúlveda, da Fortuneo), numa prova marcada pelo intenso calor. Destaque ainda para a queda de Fernando Gaviria (ainda venceu uma etapa), da Etixx, a revelação do ano transacto, bem como para o seu "sucessor" nesse título: Miguel Lopez, da Astana. De resto, Majka, da Tinkoff, foi 7º na geral e Nibali, da Astana, 14º. Em relação aos portugueses, André Cardoso foi 10º no San Luís, enquanto que, no Tour Down Under, Tiago Machado (Katusha) e Nélson Oliveira (agora na Movistar) foram 18º e 57º na geral, respectivamente.

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