Arsenal confirma candidatura; Ozil bisou nas assistências, pragmatismo na 1.ª parte fez a diferença; Paços de Ferreira afasta Sp. Braga do Top 3

Imagem: Daily Mail
Será desta? Os Gunners ainda estão a 2 pontos do Leicester mas já cavaram uma vantagem de 4 pontos em relação ao City e 7 sobre os Spurs e Man Utd. Ozil continua em grande (já leva 15 assistências, e ainda nem acabou a 1.ª volta); Koscielny (talvez o melhor central da PL) esteve imperial na defesa; Giroud e Walcott foram importantes não só pelos golos, mas igualmente pelo trabalho defensivo; Citizens tiveram a 1.ª oportunidade, mas continuam a cometer muitos erros (a defesa peca muito na transição); Silva também ainda não voltou ao nível do ano passado; Aguero só durou 60 minutos.

O Arsenal derrotou o Man City, por 2-1, e consolidou o 2.º lugar da Premier League. Num duelo entre os 2 principais candidatos ao título deste ano, os Gunners, apesar de jogarem em casa, adoptaram uma postura mais especulativa, dando a iniciativa ao adversário, mas esse pragmatismo acabou por resultar e fez a diferença. Já o City fez o seu jogo de posse habitual (chegou a ter 72% de posse de bola) e aos 32 minutos teve mesmo uma oportunidade clara para marcar, mas Kevin de Bruyne, isolado por Aguero, atirou ao lado. Na resposta, e no 1.º remate que faz, o Arsenal chega ao 1-0. Ozil coloca em Walcott, com o inglês a bater Hart com um remate em arco. Em cima do intervalo, o 2-0. Num erro de Mangala, o Arsenal recupera, Ozil desmarca Giroud, com o francês a rematar para o 2-0 (a bola passa entre as pernas de Hart), naquele que era apenas o 2.º remate dos Gunners no jogo; No 2.º tempo o jogo foi mais intenso, o City entrou forte, tentou reduzir, mas levou com várias transições e podia ter sofrido. Hart tirou um golo cantado a Campbell; Até que aos 82' Yaya sacou da cartola um golaço (um remate incrível ao ângulo) e reduziu; O Arsenal na resposta podia ter feito o 3-1 por Ramsey, mas também esteve perto de sofrer o empate, primeiro por Bony e depois por Yaya, no entanto o resultado não se alterou. Com esta vitória (que vale quase 6 pontos) Wenger (que vai ter um Natal mais feliz, veremos se com algumas prendas para Janeiro) dá assim um passo importante na luta pelo campeonato; Já Pellegrini, além de ter viver com o fantasma Guardiola, vai ficar com este peso de ter sido derrotado por um rival que não tinha figuras como Coquelin, Cazorla ou Alexis.

Os minhotos tiveram mais domínio mas criaram poucas oportunidades; Paços deu uma boa resposta; Resultado afasta a equipa de Fonseca da luta pelo pódio (6 pontos para o Benfica já é uma desvantagem considerável); Pupilos de Jorge Simão confirmam que tem condições para chegar à Europa - Empate a uma bola entre Sp. Braga e Paços de Ferreira no jogo que fechou a jornada 14. Stojiljković aos 22' colocou os anfitriões na frente, mas Pelé, de penalti, empatou no princípio do 2.º tempo. Com esta igualdade, os gverreiros, que vinham de uma importante vitória para a Taça, continuam em 4.º com 25 pontos, enquanto que o Paços, que já tinha empatado em Alvalade e criado problemas ao FC Porto, é 6.º com 21. Quanto ao encontro, o último de 2015 para a Liga, houve um claro domínio dos anfitriões, que principalmente na primeira parte chegaram a protagonizar lances muito bem trabalhados, mas o Paços foi-se adaptando e não permitiu muitas oportunidades ao adversário. O lance do jogo acaba por ser a grande penalidade de André Pinto sobre Barnes (entrado na 2.ª parte), uma vez que surgiu quando não se esperava e recolocou os pacenses na luta. A nível individual, Alan, que igualou Quim como o jogador com mais jogos na história do clube, voltou a estar a um excelente nível, sendo que a equipa foi perdendo gás à medida que o brasileiro foi perdendo fulgor, enquanto que o meio-campo não esteve tão intenso como é habitual (a entrada de Vukcevic deu outra agressividade, mas já era tarde). Os laterais, Baiano e Goiano, também continuam muito bem fisicamente, estando permanentemente em missão ofensiva e Stojiljković, além de mais um golo, voltou a realizar uma excelente exibição (ao contrário do seu parceiro de ataque, Rui Fonte, que, depois de ter sido herói diante do Sporting, esteve muito apagado). Por outro lado, mais uma grande resposta do Paços, que tacticamente voltou a estar perto da perfeição, mesmo quando jogou em bloco baixo. Ricardo e Baixinho (boa saída de bola) foram dois esteios, Marafona foi decisivo na fase final, Jota foi importante em algumas acelerações que colocaram o adversário em sentido e Pelé esteve a bom nível no meio campo.

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