Martial supera Guedes e Neves; Mou não está cansado e descarta ano sabático

Justo? Qual o favorito para 2016?

Anthony Martial foi eleito o Golden Boy de 2015, sucedendo assim a Raheem Sterling. O internacional francês, do Man Utd, ficou à frente de Kingsley Coman (Bayern) e Hector Bellerin (Arsenal), num Top em que os portugueses Gonçalo Guedes (Benfica) e Rúben Neves (FC Porto) também estavam entre os candidatos. Recordamos que este galardão, criado pelo diário italiano Tuttosport, visa premiar o melhor jovem do Ano (neste ano só foram considerados jogadores que nasceram até 1995). Pogba, Isco, Gotze, Balotelli, Pato, Anderson, Aguero, Cesc, Rooney, Van der Vaart e Messi também já receberam este prémio, sendo que Martial passa a ser o 3.º jogador do Man Utd a conquistá-lo, depois de Rooney e Anderson.

Uma posição que pode complicar a vida a Van Gaal (já que em na Premier League o Man Utd é o destino mais provável), mas também ameaça alguns treinadores da Série A. Sendo certo que para o português o destino ideal a partir de 2016-17 era o PSG, onde podia voltar a conquistar títulos com facilidade e assim ganhar confiança, o "problema" para o português é que Blanc está a realizar um bom trabalho e tem tudo para renovar, e por outro lado os parisienses não querem perder a harmonia no balneário - Mourinho foi despedido há 2 dias pelo Chelsea mas já pensa no próximo projecto. De acordo com um comunicado da sua agência, o português, que vai continuar a viver em Londres, não está cansado, descarta por completo um ano sabático e até se diz optimista em relação ao futuro. Comunicado: “O José Mourinho está satisfeito por ter regressado ao Chelsea pois foi capaz de presentear os adeptos com outro título da Premier League, que não festejavam há vários anos. Ele está imensamente orgulhoso dos seus oito troféus conquistados pelo Chelsea, e agradece aos adeptos todo o apoio ao longo das suas duas passagens pelo clube. Ao longo da sua carreira, o José escolheu, por vezes, abandonar um clube, mas apenas no Chelsea um clube decidiu abandoná-lo. Esta decisão representa, para ele, o fechar de um ciclo e a oportunidade de começar um novo. O José espera que o seu futuro depois do Chelsea tenha tanto sucesso como quando abandonou o clube em 2007. Ele não vai tirar um ano sabático, não está cansado, não precisa disso, ele está muito otimista, e já pensa no futuro. Devido à sua paixão pelo futebol, vão continuar a ver o José nos recintos de futebol, a trabalhar e a apoiar os seus amigos. Ele não irá comparecer a nenhum jogo de alto perfil porque prefere desencorajar qualquer especulação acerca do seu futuro. O José vai continuar a viver em Londres e espera que lhe seja dada, a ele e à sua família, a oportunidade de o fazer de forma privada. O José não irá falar acerca da sua atual situação num futuro próximo. Ele pede aos media que respeitem a sua decisão”.

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