«Se Diego Costa quisesse ferir-me não atiraria um colete»; Marco Silva faz história; Coentrão marca no 3-3 em Marselha (Costa sentou Bernardo Silva)

Imagem: Daily Mail
É o adeus de Diego Costa à Premier League? Mou, que nesta 1.ª fase optou por suavizar, não costuma perdoar este tipo de situações. O problema é que nesta fase também não se pode dar ao luxo de perder o principal goleador (e o mercado também não está fácil neste capítulo).

Diego Costa mostrou a sua insatisfação por não ter entrado em campo no empate 0 na deslocação do Chelsea ao terreno do Tottenham, depois de ter estado a realizar exercícios de aquecimento, atirando o seu colete na direção de Mourinho. No final do jogo, questionado sobre a atitude do jogador, o Special One deu a entender ter compreendido Diego Costa, mas sublinhou que o hispano-brasileiro «é um privilegiado, pois foi o último jogador a começar o jogo no banco esta temporada. Já sucedeu a todos: Ivanovic, Cahill, Fábregas, Pedro e Oscar. Todos já estiveram em algum momento no banco». «Está bem física e psicologicamente. Nos treinos tem trabalho no duro, por isso é normal que não tenha ficado satisfeito por ter ido para o banco de suplentes», disse, para ainda brincar: «Se me quer magoar não é com um colete que o consegue. Temos boa relação. Não há nenhum problema.»

O desafio na teoria era fácil (apesar de em muitos casos estes serem os mais complicados), mas o português está a cumprir de maneira categórica, não só internamente como na Champions (só perdeu com o Bayern e já venceu o Arsenal em Londres, sendo que uma eventual derrota no último jogo com os Gunners, por ser normal, não apaga os 9 pontos que conseguiu num grupo em que na teoria só podia ambicionar a conquistar 6) - O Olympiacos, treinado por Marco Silva, protagonizou o melhor arranque de sempre da Liga grega de futebol e igualou o recorde de 11 vitórias consecutivas, ao vencer em casa o Asteras Tripolis por 3-1.

Coentrão e Hélder Costa foram titulares nas alas; Moutinho no meio campo; Bernardo só entrou no 2.º tempo - Na partida de encerramento da jornada 15 da Ligue 1, o Mónaco não foi além de um empate a 3 frente ao Marselha, em jogo disputado no Vélodrome. A equipa de Leonardo Jardim, ao contrário do habitual, sai do jogo com a sensação que perdeu 2 pontos, tal foi o desperdício de situações de golo (principalmente de Carrillo) e a facilidade com que chegou à baliza de Mandanda. O encontro começou da pior forma para os Monegascos com o Marselha a fazer o primeiro golo por intermédio de Alessandrini, tendo, ainda assim, consumado a reviravolta durante os primeiros 45 minutos com um bis do lateral Touré. No 2.º tempo, mais espectáculo garantido, com Batshuayi (continua em grande forma, somando já 10 golos na Ligue 1) a repor a igualdade e Fábio Coentrão a apontar o 2-3 que parecia dar desfecho à partida. E foi já com Bernardo Silva em campo (entrou para o lugar de Hélder Costa) que N'Koudou selou o resultado o final após cruzamento/remate de Ocampos. A título individual, nota para o bom momento de Hélder Costa (bons apontamentos, em especial na 2.ª tendo mesmo deixado Carrillo na cara do golo), para a regularidade de Moutinho e a exibição de Coentrão (hoje a extremo) que somou um golo a uma assistência.

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