Pobre, muito pobre, mas penalti permite a Ronaldo isolar-se nos melhores marcadores de 2015; Rosberg termina época em grande; Grã-Bretanha conquista a Taça Davis

Um penalty de Ronaldo colocou-o como o melhor marcador em 2015 (45 golos contra os 44 de Messi), mas a exibição do português voltou a ser desapontante e já nem a finalização parece salvá-lo (falhou dois golos isolado). Pepe foi um dos poucos destaques positivos, numa partida em que Bale marcou, o que não acontecia desde Agosto, e em que Benzema ficou no banco de suplentes. 

O Real voltou às vitórias na liga espanhola, mas a exibição não convenceu e Benítez vai continuar pressionado. Em Eibar, os merengues estiveram longe de impressionar, apresentando um futebol pouco fluido (Kovacic, novidade no 11, foi o mais esclarecido do meio campo, com James a aparecer apenas a espaços) e com muita desinspiração dos homens mais adiantados. Ainda assim, deu para Bale voltar aos golos, ainda na primeira parte, a passe de Luka Modric. Com o Eibar sem criar muitas ocasiões para marcar, os merengues acabaram por conseguir segurar a vantagem, tendo Ronaldo fechado o marcador já perto do final, de grande penalidade e depois de ter desperdiçado duas oportunidades flagrantes. Kroos (simplesmente irreconhecível) e Danilo continuam a ser dois elementos que vão acusando a falta de qualidade do colectivo, necessitando urgentemente que a equipa estabilize as suas ideias de jogo.

Há 79 anos que a Grã-Bretanha não conquistava a Taça Davis - Mas 2015 é um ano para ficar na História do ténis britânico. Numa final frente à Bélgica, Andy Murray derrotou David Goffin (6-3/7-5/6-3) no terceiro encontro de singulares para dar o 10º título à Grã-Bretanha, que agora é o terceiro país com mais títulos, atrás de EUA e Austrália.

Foram 3 vitórias consecutivas para o alemão neste final de temporada - Nico Rosberg venceu o GP de Abu Dhabi, que fechou a temporada na F1. O piloto da Mercedes terminou à frente do campeão Lewis Hamilton (com uma estratégia diferente do companheiro de equipa, chegando a pedir para fazer toda a corrida sem parar nas boxes) e do finlandês Kimi Raikkonen. Sebastian Vettel foi um dos destaques da prova, largando de 15º para terminar num excelente 4º lugar. 

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