«Pinto da Costa? Se forem ao fundo da questão…»; Nigéria vence Mundial sub-17 (Nwakali foi o melhor jogador, Brasil e França desiludiram); «Marquez foi o guarda-costas de Lorenzo»; Djokovic continua a somar

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Pinto da Costa comentou, na sexta-feira, a sua relação com Jorge Jesus, não desmentindo a amizade entre ambos, mas revelando que não conta contratar o técnico do Sporting pois espera ter Lopetegui no FC Porto muitos anos. Hoje JJ pronunciou-se sobre o tema, mas foi evasivo: «O que ele disse é verdade, conhecemo-nos há muitos anos, temos muita amizade. Mas se forem ao fundo da questão, percebem bem que o que ele disse tinha uma direção de alguém. Fico-me por aqui…».

O sérvio este ano conquistou 3 Grand Slam e 6 Masters 1000 - Mais um titulo para Djokovic, o 58.º na carreira e o 26.º Masters 1000. O n.º 1 do Mundo, que não perde desde 23 de Agosto, não deu hipóteses a Andy Murray e arrebatou o torneio de Paris pelos parciais de 6-2 e 6-4.

Concorda com o italiano? - Valentino Rossi perdeu a oportunidade de conquistar o décimo título Mundial de Motociclismo, mas a vitória de Jorge Lorenzo promete dar que falar. "Il Doctore" não se conforma com o que aconteceu na Malásia e voltou a atacar Marc Marquez, acusando o espanhol de ter sido o guarda-costas de Lorenzo. "Incrível o ‘trabalho’ das Honda. Sabia que isto ia ser assim. Fiz um grande Mundial até ao Japão e tinha condições para ser campeão, mas a partir da Austrália o Marc Márquez tornou-se, inesperadamente, no guarda-costas do Jorge Lorenzo”, disse o italiano. Rossi foi mais longe e acrescentou: "Ele [Marc] sempre ataca, mas hoje nem uma vez tentou tirar a posição a Lorenzo. Mas eu já tinha dito na quinta que isto estava tudo combinado. Estou seguro que se juntaram contra mim, assim como aconteceu no futebol", afirmou, referindo-se ao acordo entre a Dinamarca e a Suécia no Euro'2004 para eliminar a Itália.

Nigerianos aumentam o domínio neste escalão: em 12 torneios venceram 5 - A Nigéria repetiu o título no Mundial sub-17 ao vencer na final, disputada no Chile, o Mali, por 2-0, golos de Osimhen e Bamgboye. Os nigerianos, que atacaram a prova já com os estatuto de campeões mundiais, fruto da vitória em 2013, fizeram uma competição quase perfeita, goleando adversários como adversários como o Chile, Austrália, Brasil e México, só tendo perdido com a Croácia, num jogo que já não contava na fase de grupos. VM - Sem surpresa a história repetiu-se e uma selecção africana voltou a dominar, e tanto o Mali como a Nigéria foram dando indicações de estar mais preparados para chegar a esta fase, apesar de em termos individuais não mostrarem os argumentos técnicos de países como a França, México, Bélgica, Alemanha e, em particular, da Croácia. Ainda assim, era esperada uma melhor prestação da campeã europeia França que foi completamente demolidora na fase de grupos (Cognat, Edouard, Upamecano e Ikone deixaram boas indicações) assim como da desilusão Argentina que saiu da prova com apenas 1 golo marcado e três derrotas. Noutro âmbito, o Brasil, à semelhança do que aconteceu no Mundial sub-20 deste ano, mostrou um conjunto pobre ofensivamente, com individualidades longe daquilo que foi dando ao mundo (Lincoln, Andrey e Evander chegaram bem cotados, mas saem da competição pela porta pequena), assim como a Alemanha que, pese a excelente organização, nunca pareceu poder ombrear com outros conjuntos, tendo sido eliminada pela Croácia (talvez a equipa mais forte individualmente) de Moro, Brekalo, Lovren ou Sosa. O 3.º lugar do Pódio ficou para os Diabos Vermelhos de Faes (o David Luiz da Bélgica), Ademoglu (n.º 8/10 que se notabilizou na Youth League) e Azzaoui (passou ao lado da prova, sendo várias vezes suplente), ficando o Mali com o estatuto de vice-campeão mundial (Haidara, Maiga e Koita foram os homens em maior destaque aliando velocidade a irreverência no último terço). Finalmente, e de forma completamente merecida, a Nigéria sagrou-se pentacampeã mundial de sub17, levando também o prémio de melhor marcador - Osimhen vestiu a pele de Coulibaly em 2011 e foi o homem-golo da prova - e jogador da competição - Nwakali, que é frequentemente comparado a Iheanacho e até já está vinculado ao City - sendo que nomes como Chukweze ou Bamgboye da Aspire Qatar também se destacaram.

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