"Sou o Normal One"; Defesa apontado ao Estoril ajuda a derrotar a Argentina; Brasil também começa mal; Uruguai triunfa

Vai terminar com o jejum de títulos? Os Reds não vencem o campeonato desde 1990 e não levantam um troféu desde 2011-12 (o anterior tinha sido em 2006).

Jurgen Klopp deu a primeira conferência de imprensa como treinador do Liverpool e fez questão de frisar que não é um génio. O novo timoneito dos Reds disse ainda que o Liverpool é o maior desafio da actualidade, e que a sua primeira função será incutir alguma mentalidade vencedora à equipa. Quanto à questão da pasta das transferências, o ex-Dortmund tratou de suavizar, apesar de dizer que vai ter a primeira e última palavra. "Sou um tipo normal que vem da Floresta Negra. Não me comparo com os treinadores geniais com o Liverpool teve no passado. Não é justo pensar assim. E nenhum deles disse na primeira conferência de imprensa  que 'queria ser uma lenda", começou por dizer.  Quando questionado sobre a apresentação de José Mourinho em 2004, quando trocou o FC Porto pelo Chelsea, tendo na altura o técnico português apelidado-se de «special one». Klopp foi por outro caminho. "Não sou um génio, não sei mais que o resto do Mundo. E não gosto de me descrever. Sou uma pessoa normal. Talvez  normal one?". Klopp lembrou ainda que o campeonato inglês é muito competitivo, referindo «cinco, seis ou sete clube que aspiram vencer a prova. Uma prova que escapa ao Liverpool desde 1990. «Deem-nos tempo. Podemos ser bem sucedidos», disse antes de se mostrar convicto que os «reds» podem ganhar pelo menos um campeonato nos próximos quatro anos. Sobre o futebol que os adeptos podem esperar, JK não quer fugir à sua essência:" Frenético, emotivo, vertiginoso, com muitas transições, tudo o que torna o futebol interessante para mim", rematou o alemão.

Ainda esta semana avançaram no Brasil que o Estoril assinou um pré-acordo com Erazo, internacional equatoriano e jogador do Grémio de Porto Alegre, do Brasil, algo que ainda não foi confirmado - E esta madrugada o central apontou o primeiro golo na vitória do Equador na Argentina (2-0) no primeiro jogo de qualificação para o Mundial'2018. A Albiceleste sentiu a falta de Messi, ainda por cima perdeu Aguero, por lesão, logo na 1.ª parte, e nos últimos 10 minutos, quando parecia que o jogo ia acabar 0-0, sofreu 2 golos. Primeiro por Erazo, num canto, e depois com o ex-Sporting Caicedo a aproveitar uma transição rápida de Valencia. Também o Brasil começou com o pé esquerdo, ao ser derrotado no Chile, por 2-0. Os chilenos, que não derrotavam a Canarinha há 15 anos, foram quase sempre melhores e na 2.ª parte, com golos de Alexis Sanchéz e Vargas, castigaram o futebol pobre de Dunga, que sem Neymar apostou em Hulk na frente, apoiado por Willian, Douglas Costa e o apagado Óscar; Melhor esteve o Uruguai que, mesmo sem Suárez e Cavani, foi à Bolívia, vencer, por 2-0. Cáceres e Godín deram o 1.º triunfo na história da equipa de Maxi Pereira na altitude de La Paz.