«FC Porto quis vender-me a um clube para onde não queria ir»; Enorme surpresa no US Open

O clube era o QPR, que tem tido presenças irregulares na Premier League, o que acaba por dar razão ao internacional português. Nunca se percebeu foi a pressa dos dragões em despachar o defesa, algo que começou ainda antes da chegada de Otamendi e Mangala.

Rolando, que passou de indiscutível - dos poucos jogadores portugueses que saiu dos juniores e foi sempre titular na I Liga, primeiro no Belenenses e depois no FC Porto - a descartado, descortinou em entrevista ao La Provence o que se passou no Dragão, que teve como resultado 3 empréstimos nos últimos 3 anos, ao Nápoles, Inter e Anderlecht. Tudo remonta, como explica, à temporada de 2009/10. Nessa altura, Villas-Boas entrava no clube e pedia a Rolando para ficar no clube. O início de toda esta confusão. "Villas-Boas disse-me que precisava de mim, porque a equipa era muito jovem, e que eu podia sair no ano seguinte. Em seguida, nova alteração, e disseram-me para ficar mais um ano. Só que depois o Porto quis vender-me a um clube para onde eu não queria ir. Assim começou o primeiro destes últimos três anos", recorda o internacional português. Na altura, o defesa queria ir para um clube ‘grande’ para poder lutar por títulos ao mais alto nível, mas o sonho ficou por aí. "Queria ir para um clube ambicioso, ganhar títulos. Mas isso já é passado. Acabou", esclarece.

A n.º 1 do Mundo tinha a oportunidade de conseguir o 4.º Major este ano e assim quebrar um jejum no ténis feminino que dura desde 1988 - Poucos previam este cenário. Vamos ter uma final 100% italiana no quadro feminino do US Open. Depois de Pennetta ter dado um recital frente a Halep, a veterana Roberta Vinci protagonizou uma das maiores surpresas dos últimos tempos ao eliminar, na outra meia-final, a super-favorita Serena Williams em 3 sets (2-6, 6-4 e 6-4). Tudo parecia encaminhado (quadro, eliminações, superioridade enorme em relação às rivais que tinham permanecido em competição) para Serena conquistar com relativa facilidade o último Grand Slam do ano e assim bater mais alguns recordes, no sentido de confirmar que é a melhor de sempre (se é que ainda há dúvidas), e a americana até começou bem, mas Vinci, de 32 anos, que estava a disputar a primeira meia-final de um Grand Slam na carreira, nunca baixou os braços e depois de ter igualado no 2.º set, no 3.º, apesar de ter começado a perder por 2-0 aos 3-3 já dava a ideia que a italiana estava por cima (Serena estava excessivamente nervosa), o que acabou se confirmar.

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