Dortmund não pára de marcar; Guardiola treme mas não cai; Darmstadt continua a surpreender; Dumoulin desceu à terra na Vuelta (caiu do 1.º para o 6.º lugar)

Num ano épico no ciclismo esta etapa foi uma espécie de cereja no "topo do bolo". Plaza, após triunfar no Tour, venceu depois de andar mais de 100km isolado, José Gonçalves voltou a demonstrar que pode ser um caso sério, mas foram as reviravoltas na geral que animaram o dia, com Dumoulin (que não merecia isto) a sair do Top 5 (a Giant não ajudou o holandês), Aru a garantir a sua 1.ª grande volta e até deu para Majka (que ficou em 3.º na geral) assustar Purito.

Na penúltima etapa da Vuelta, Ruben Plaza, da Lampre, venceu em Cercedilla e ofereceu mais uma etapa à equipa italiana, numa jornada em que José Gonçalves foi 2.º. Na geral individual, Fabio Aru , da Astana, confirmou o favoritismo e carimbou a vitória na Volta a Espanha, a sua 1.ª Grande Volta da carreira, num ano em que já tinha sido 2.º no Giro (veremos como será feita a gestão da formação cazaque no próximo ano). O italiano voltou a ter uma equipa muito forte em seu redor hoje, nomeadamente Landa, que está de partida para a Sky, e beneficiou do dia tremendamente negativo de Tom Dumoulin, a grande revelação da prova, que não teve o apoio necessário da Giant (deveriam ter colocado alguém na fuga) e desceu de 1.º a 6.º na geral individual. Nas restantes posições Rodríguez segurou o 2º lugar, apesar do perigo Majka, que terminou no pódio.

Dortmund já marcou 15 golos em apenas 4 jogos para o campeonato; Ginter cada vez melhor a lateral direito (Pisczek pode ter dificuldades em ganhar o lugar); Coman estreou pelo Bayern (jogou do lado direito); Darmstadt ainda não perdeu - Mais um dia recheado de jogos equilibrados na Bundesliga, mas que serviu essencialmente para destacar o Bayern e Dortmund, que continuam 100% vitoriosos e já com uma margem em relação à concorrência. No dérbi da Baviera levou a melhor o Bayern, que venceu por 2-1 ao cair do pano. Esswein ainda adiantou o Augsburgo aos 43 minutos, mas na segunda parte o conjunto de Guardiola apertou o cerco (média de posse de bola a rondar os 80%, 26 remates contra 4) e chegou à vitória. Primeiro foi Lewandowski (que, juntamente com Thiago Alcântara, foi o homem do jogo) aos 77’ a marcar na recarga de um remate de Müller, cabendo ao próprio alemão oferecer os 3 pontos a Guardiola na marcação de um penálti duvidoso, a penalizar uma obstrução sobre Douglas Costa. Quem também continua 100% vitorioso é o Borussia Dortmund, que foi a Hannover derrotar a equipa local por 4-2. Sobiech bisou no primeiro tempo para a equipa da casa, pelo meio Aubameyang e Mkhitaryan ainda tinham colocado o BVB em vantagem, mas no segundo tempo um autogolo de Felipe e mais um tento de Aubameyang (bisou na marca de grande penalidade; até marcou à Panenka) desequilibraram o marcador a favor da equipa de Tuchel. Ginter esteve em foco na lateral direita e ainda juntou uma assistência à sua exibição, já Mkhitaryan e Aubameyang não param de marcar. Em Leverkusen, derrota surpreendente do Bayer aos pés do recém-promovido e invicto Darmstadt por uma bola a zero. O único golo do encontro foi apontado por Sulu logo aos 8 minutos, mas acabaria por se revelar suficiente apesar dos esforços da equipa de Roger Schmidt que acabou a partida com 69% de posse de bola (apesar de não ser o estilo da equipa) e 16 remates contra 5 e fez estrear Kampl e Chicharito (substituiu o apagado Çalhanoglu). Nos restantes jogos, vitória do Hertha de Berlim sobre o Estugarda por 2-1, com o vice-campeão da última Bundesliga, o Wolfsburgo, a não ir além de um nulo na deslocação ao terreno do Ingolstadt (Draxler e Dante foram titulares).

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