O ano de 2012 fica naturalmente marcado pela primeira vitória de um ciclista britânico na Volta a França. Bradley Wiggins foi o mais forte de todos os participantes na prova de ciclismo mais importante do planeta (venceu com mais de 3 minutos de avanço) e, para isso, foi extremamente importante a ajuda da sua equipa (Sky). A armada britânica controlou a corrida de inicio ao fim e elementos como Richie Porte, Rogers, Boasson-Hagen e, sobretudo, Chris Froome (foi 2º na geral individual e deu a sensação de poder ter sido 1º por estar mais forte nas montanhas que o seu líder) acabaram por ser decisivos. Esta Volta a França de 2012 ficou ainda marcada pelo 3º lugar de Nibali, pelas 3 vitórias em etapa de Sagan, Greipel e Mark Cavendish, pela vitoria na juventude de Van Garderen (terminou na 4ª posição da geral, à frente do líder Evans), pela revelação Pinot e por uma forte Europcar (vitória na camisola da montanha com Thomas Voeckler e um lugar no top-10 com Rolland). Por último, destaque para o 18º lugar de Rui Costa e para o bom trabalho do Sérgio Paulinho, colega de equipa de Chris Sorensen, o mais combativo da prova.
Além do Tour, 2012 fica ainda marcado pela vitória inesperada do canadiano Ryder Hesjedal no Giro de Itália. O homem da Garmin não estava incluído no lote de favoritos, mas a verdade é que surpreendeu e conseguiu o prémio mais ambicionado por todos, batendo nomes como Joaquin Rodriguez (o catalão da Katusha perdeu a “maglia rosa” no último dia de competição, um crono que o deixou a apenas 16 segundos do 1º lugar), o surpreendente Thomas De Gendt (uma fantástica etapa nos últimos dias de prova valeu-lhe o 3º lugar) ou a dupla de colombianos da Sky Uran-Henao. Por último, destaque para a segunda vitória de Contador na Volta a Espanha, embora esta tenha tido um sabor especial por ter sido a primeira grande competição ganha pelo espanhol após o seu período de suspensão), naquela que foi a Volta mais emotiva do ano (imprevisível, recheada de ataques e com muita táctica à mistura). “El Pistolero” esteve muito forte e levou a melhor sobre outros dois ciclistas espanhóis soberbos, Valverde (2º) e Rodriguez (3º). Destaque ainda para o 21º lugar de André Cardoso e para a má prestação de Chris Froome, já que o britânico da Sky ficou a mais de 10 minutos da liderança.
Além das grandes provas de 3 semanas, é também justo destacarem-se nomes como Alexandre Vinokourov, vencedor da prova de estrada dos Jogos Olímpicos de Londres (Wiggins venceu a prova de contra-relógio), Tony Martin (vencedor dos mundiais de contra-relógio), Joaquin Rodriguez (vencedor da Fleche Wallone e do ranking da UCI, 2º no Giro e 3º na Vuelta), Peter Sagan (inúmeras vitórias ao longo da época), Gilbert (uma época fraca do belga, sobretudo comparada com a anterior, mas que valeu pelo título de campeão do mundo de estrada na Holanda), Tom Boonen (um início de 2012 assombroso, com vitórias no Tour de Flandres e no Paris-Roubaix) e o português Rui Costa (18º no Tour, vencedor da Volta a Suiça, 3º na Volta a Romandia e 10º no ranking da UCI).
Por outro lado, as desilusões de 2012. É inevitável falar-se da Radioshack-Nissan e dos irmãos Schleck, elementos que passaram completamente ao lado da temporada, sobretudo Andy. Além disso, foram públicos os conflitos internos da equipa de Johan Bruyneel e, por fim, mais um problema. Franck Schleck controlou positivo e aguarda agora a sentença. Além deles, Cadel Evans (tinha como objectivo renovar a vitória no Tour e falhou redondamente), Scarponi, Ivan Basso, Cancellara (falhou os principais objectivos da temporada e, sendo um dos melhores do mundo, deve sentir-se frustrado) e Juan Cobo são outras decepções.
Em Portugal, David Blanco venceu a Volta a Portugal (a sua 5ª no total, batendo o recorde de Marco Chagas) e coroou um domínio total da equipa Efapel (etapas, camisolas e 6 ciclistas nos primeiros 14). Destaque ainda para Hugo Sabido, uma vez que o português esteve bastante mais consistente (foi 2º a 22 segundos do 1º lugar), Van Rensbug (camisola dos pontos e 2 etapas conquistadas) e para a equipa norte-americana United Heathcare, já que venceu 3 etapas. Pela negativa destaco a Carmin-Prio, a principal derrotada da prova.
2013
O ano de 2013 promete ser extraordinário. Teremos a 100ª edição do Tour de France, onde poderemos observar o regresso de Alberto Contador e de Andy Schleck, homens que tentarão assaltar o 1º lugar deste ano a Bradley Wiggins. Como adversários terão a dupla forte da Sky (Wiggins/Froome), Evans (tentará reeditar a vitória de 2011), Nibali (já conquistou a Vuelta e um pódio no Tour e, por isso, quer o 1º lugar), Gesink (tarda em confirmar todo o seu potencial) ou Valverde (quererá melhorar o registo de 2012 e, após uma boa Vuelta, o Tour será o objectivo), numa luta que promete ser entusiasmante (esperemos que com Rodriguez e a sua Katusha).
Além disso, será importante ver como se adapta Mark Cavendish à Omega Pharma-Quick Step (a lutas pelos sprints com nomes como o do britânico a juntar a Greipel, Moser, Sagan, Kittel, Degenkolb, entre muitos outros, prometem animar o ano); observar como funciona a renovada Astana, uma vez que a equipa cazaque contratou nomes como Nibali e Fuglsang; ver a adaptação do Pozzovivo à AG2R e do português Ricardo Mestre à Euskaltel; e, por último, certificar se a nova Saxo Bank tem capacidade para levar Contador à vitoria na Volta a França (as contratações de Rogers, Sutherland, Kreuziger, Roche ou Breschel deverão ajudar). Será igualmente curioso observar a confirmação de alguns talentos como Rigoberto Uran e Henao da Sky; Nordhaugh e Jack Bobridge da Blanco Pro Cycling; Degenkolb, Patrick Gretsch e Kittel da Argus Shimano; e, por último, Tiago Machado, um talento português que tarda em afirmar-se e André Cardoso.
Quem foi o principal ciclista de 2012? Quais as surpresas e as desilusões? Quais as possíveis revelações e confirmações em 2013? Como será a 100ª edição do Tour? A Sky conseguirá vencer com os regressos de Contador e Andy Schleck? O que esperar de Rui Costa: repetir 2012 ou melhorar? Rodriguez voltará a ser o melhor ciclista do Mundo em 2013, ou nomes como Sagan, Hagen e Cancellara podem destronar o espanhol? Quem vencerá a Volta a Portugal? Como se adaptará Ricardo Mestre a uma equipa de World Tour e conseguirão Tiago Machado e André Cardoso explodir?
Visão do Leitor: Rodrigo Ferreira



Bom artigo. Só queria corrigir alguns erros que aí têm. O Nibali nunca ganhou o Giro(ficou duas vezes no pódio) e por isso mesmo na próxima época não deverá participar no Tour, e focar a sua temporada no Giro, tal como o Gesink que também já afirmou que o objectivo para este ano é o Giro e pode também não marcar presença no Tour. Por outro lado podiam ter colocado nos nomes que vão lutar pelo tour o Joaquin Rodrigues que já veio dizer que este ano quer correr o Tour e vai concentrar a sua preparação nesse objectivo.
ResponderEliminarA razao para a nao inclusao do Rodriguez e o facto de ele ter afirmado que ira permanecer na Katusha, mesmo sabendo que a equipa russa foi excluida do World Tour, o que lhe podera custar a nao presença no Tour.
EliminarO principal ciclista foi B. Wiggins, ganhou a prova mais importante de todas (apesar desta ficar marcada por a ausende de andy s. e contador), gostei tambem de purito rodriguez. Wiggins ganhou mas não acho que foi o corredor mais forte do Tour acho que froome foi mais forte e só nao a ganhou por ordem da equipa (a hierarquia conta muito). Mark cavendish fez bem em mudar de equipa, que o vai ajudar melhor a tentar ganhar mais etapas pois esta vai trabalhar mais para ele. Rui costa vai voltar a ser o que possui melhorer resultados pois e o nosso melhor corredor, apesar de achar que paulinho pode fazer uma graçola numa etapa ou outra. Melhor corredor para o ano vai voltar a ser contador que para mim é o melhor da actualidade.
ResponderEliminarEste foi um ano fraco de ciclismo. O Tour não teve grande espetáculo o Giro ficou aquém das espectativas e a Vuelta apesar dos muitos ataques foi uma prova de 2 ciclistas. O momento do ano foi sem dúvida a vitória do Boonen no Roubaix com aquele ataque impressionante muito longe da meta.
ResponderEliminarFoi um ano de ouro para o Rui Costa que fez uma época brilhante e elevou alto, o nome do ciclismo nacional.
2013 promete ser um ano de espetáculo. Os percursos do Tour e do Giro parecem ser mais duros e equilibrados, pelo que se fala a Vuelta também vai dar espetáculo. Tal como foi referido teremos novamente o duelo Contador/Schleck com os outsiders do costume. Será também interessante saber em que prova vai apostar o wiggins e se este ano vamos ter o Froome a liderar a Sky no Tour. Espero que o Rui confirme em 2013 o seu gabarito com um top-15 numa prova de 3 semanas e como se vai adaptar o mestre ao circuito internacional.
2013 também promete ser um ano melhor no panorama nacional, há mais equipas, muitos jovens de valore planteis equilibrados, pelo calendário provisório parece que vão existir mais dias de competição.
Nota ainda para o Mountain Bike que teve em Portugal um 2012 fantástico com o david rosa a fazer top-25 nos JO, bons resultados de jovens valores e 2013 promete ser ainda melhor, também realçar na aposta portuguesa na pista que vai ser mais séria no próximo ano.
Alguns pormenores e desculpem o facto de estar a criticar. Tejay Van Garderen terminou em 5º no Tour. Moser não é sprinter, mas sim um puncheur. Habitual ciclista explosivo. Comparável a Valverde.
ResponderEliminarPara mim, o melhor ciclista foi Tom Boonen. Atingiu um patamar absolutamente assombroso. Melhor ciclista de pavé de sempre.
Há várias possíveis revelações em 2012. Eu apontaria a Chavez Rubio, Tiernan-Locke, Demare e Diego Ulissi. Quanto a confirmações, creio que Pinot, Moreno Moser ou Phinney têm boas oportunidades de confirmar o seu valor.
Do que percebi do percurso, creio que teremos mais um Tour enfadonho e com Contador como minha principal aposta. Quanto a Rui Costa, se obtesse uma temporada idêntica à de 2012 já seria fantástico.
Não creio que Rodriguez repita a façanha. Aponto a Gilbert, moralizado pelo título mundial.
A Volta a Portugal parece estar delineada para Hernâni Brôco ou Hugo Sabido, mas vou apontar um nome diferente. Arkaitz Durán, que já foi promessa espanhola.
Ricardo Mestre será um mero gregário, parece-me. Quanto a Machado, penso que irá desiludir. André Cardoso tem tudo para melhorar este ano, após um ano de adaptação.
A volta a frança foi fraca mas a vuelta compensou as emoçoes
ResponderEliminarParabens ao adversarios e aos vencedores como é obvio.
Destaque para o Rui Costa que fez uma excelente temporada e penso mesmo que este ano ainda fara melhor (penso que deveria abandonar a equipa espanhola) e romar a uma onde lhe dessem mais valor.
Estou com elevadas expetativas para a ediçao 100 do Tour e ver a evoluçao do Dejay assim como do peter sagan
Será dificil, mas espero ver Rui Costa entre os 5 melhores em pelo menos uma das mais importantes provas de ciclismo. O problema e ele ser mais um ciclista que trabalha para a equipa do que individual, mas veremos.
ResponderEliminarNão é bem assim. O Rui já tem um estatuto na Movistar que lhe permite liderar a equipa em provas de 1 semana e mesmo nas de 3 ele não é requisitado a fazer o trabalho sujo e invisível pelo menos com grande frequência. Ele ainda tem um caminho a percorrer, tem de melhorar muito na alta montanha, onde ainda falha bastante. Os CRI estão bem, passa a média montanha nas calmas, tem ponta final mas quando se sobe para uma categoria especial ou até mesmo 1ª categoria num final em alto ainda larga o grupo muito cedo, mas isso pode ser melhorado com trabalho específico e aí sim ele poderá lutar pelo top-5
EliminarExcelente artigo!
ResponderEliminarContador aposto que irá limpar o Tour em 2013 e Boonen o paralelo.
Excelente artigo.
ResponderEliminarVamos la ver cm atençao cavendish e tambem a mudança q foi feita na saxo. Augura.se uma boa epoca, assim seja
Continuem com artigos de ciclismo sempre q possam, modalidade fantastica!
Forca vm!
__gunner
Uma época marcada pelo melhor (Vuelta, Rui Costa, Froome) e pelo pior (Tour, lesões graves, doping)! Das provas que acompanhei (Tour e Vuelta) tivemos grande disputa em ambas mas sem dúvida que a Vuelta este ano foi a melhor de todas (ultrapassando o Tour por muito). Contador mostrou na Vuelta que continua forte mas a concorrência não foi a que se esperava: Froome desgastado do brilhante Tour, Samuel Sanchez foi a baixa mais notada, Andy igualmente; apenas existiu um Rodriguez muito bom mas que foi perdendo gás, não derivado a ele mas à grande diferença existente entre a sua equipa (Katusha) e a Saxo Bank de Contador. Acho que nesta Vuelta a diferença foi feita pelas equipas e não pelos ciclistas. Valverde com uma equipa muito boa e depois de ter usado o Tour para treino, apareceu em grande na Vuelta ao seu país.
ResponderEliminarO Tour foi emocionante mas entre dois ciclistas da mesma equipa e com um percurso do qual eu não gostei e que foi bastante contestado.
Quanto aos portugueses, temos Rui Costa que fez uma época brilhante e espero que assim continue para o ano. André Cardoso, fez uma Vuelta interessante e espero que venha a confirmar o seu valor este ano noutra grande Volta com um TOP 15 se possível. Tiago Machado, gosto dele mas não tem as mesmas capacidades dos 2 portugueses que falei antes, embora espere que me contradiga. A sua equipa teve um ano mau e ele também (tendo como "objectivo" a volta à Polónia acho que desiludiu embora aquelas rampas de 30% não sejam as ideais para ele), a ver vamos se consegue fazer melhor num ano que seja também mais positivo para a equipa. Sérgio Paulinho lá faz o seu trabalho, muitas vezes invisível mas de grande utilidade e para quem percebe de ciclismo sabe que não o pode avaliar pela Classificação Geral se bem que é isso que conta e que fica nas estatísticas.
A Volta a Portugal, para mim já perdeu um pouco da mística que tinha há uns anos com equipas como a Maia, Liberty (com Hector Guerra, Barbosa, Broco, Rui Sousa). Não estou a dizer que as equipas de hoje não sejam boas porque o que faz as equipas não são os nomes mas os ciclistas. David Blanco é um senhor por estas estradas, o mais completo.
Bom artigo.
ResponderEliminarParece-me que este ano vamos ter espectáculo e qualidade garantidos, já que os ciclistas parecem estar a delinear muito bem as suas temporadas e a repartirem-se pelo giro e pelo tour. Quanto ao elenco da vuelta esse dependerá sempre dos sucessos ou insucessos das principais figuras do pelotão. Espero que o duelo Contador x Schleck regresse em grande!
Quanto aos ciclistas nacionais, apesar de sonharmos sempre com altos voos, acho que é de referir que se o Rui Costa fizer uma época ao nível desta última já será fantástico. O Tiago Machado penso não ser o ciclista mais adequado para o giro, dado as subidas explosivas, e o tour, "com um percurso mais suave" assentar-lhe-ia melhor, no entanto ele ainda não justificou uma chamada da sua equipa para tal. O Nélson Oliveira penso que continuará a sua evolução e endurecimento. O André Cardoso tem potencial, mas esta segunda época será uma incógnita. Quanto ao Mestre, nos primeiros tempos poderá ser um gregário de luxo, podendo gradualmente vir a ganhar importância. Quanto ao Manuel Cardoso, com todo o respeito, sempre me pareceu sobrevalorizado...espero que me contrarie.
Uma ou outra imprecisão, mas muito bom artigo! ;)
ResponderEliminarPara 2013, espero que as clássicas de pavé tenham um Fabian Cancellara no seu melhor, a bater-se com o Boonen. Gostava muito de ver o Boonen fazer o penta em Roubaix ou o tetra em Flandres (para ser recordista isolado numa delas ou ambas), mas também gostava de ver o Cancellara chegar ao tri numa dela.
Quanto aos portugueses, deixo uma nota: o mais importante para a sua evolução não é o número de temporadas no estrangeiro mas sim a idade e o número de temporadas corridas (e o desgaste que se vai acumulando). Vejam o exemplo do Rui Costa e o Tiago Machado. 2012 foi a 4ª temporada do Rui, fez 26 anos e ainda evoluiu comparativamente a 2011, porque na verdade era a sua 4ª temporada na elite. Já o Tiago Machado, parece estagnado desde 2010. Era a sua primeira temporada no estrangeiro e só tinha 25 anos mas já era a sexta temporada na elite. Mais desgaste acumulado, menos evolução.
Cumprimentos e bom trabalho!
Parabéns pelo artigo!
ResponderEliminarRealmente o próximo ano de 2013 promete espetáculo e espero não me desiludir.
Caso Andy Schleck recupere a sua melhor forma e Valverde, Rodriguez e Froome mantenham o nível deste ano, teremos com certeza razões suficientes para estar colados à TV na 100ª edição do Tour.
Com as novas contratações, penso que a Saxo Bank parte mais forte que as restantes equipas (teoricamente).
Quantos aos ciclistas nacionais, não poderão aspirar a mais que umas vitórias em etapas ou ganhar uma prova de curta duração (isto já mais para o Rui Costa).
Nibali, Gesink e Wiggins vão ao Giro por isso se forem ao Tour vão chegar desgastados.
ResponderEliminarMinha Previsão para 2013:
Vencedor do Giro- Nibali
Vencedor do Tour- Contador
Vencedor da Vuelta- Valverde
Excelente artigo e só mesmo aqui poderíamos falar assim sobre ciclismo. De uma maneira geral concordo com o artigo, mas penso que alguns ciclistas não desiludiram tanto como dizes, pois não são/esperavam-se assim tão bons, como o ivan basso.
ResponderEliminarDesilusão foi não "ver" o andy scleck este ano, o cancelara quase não venceu um contra relógio, e o cadel evans fez um pauperrimo tour. De enaltecer vencedores pela 1ª vez de um giro, tour e volta à suiça. Espero pro ano novas proezas, é sempre de louvar.
Temos grande esperança nos nossos ciclistas, mas não será pra vencerem, participar nas grandes voltas já é um feito. Se tivermos um top 10 em qualquer delas era a cereja no topo do bolo.
Reitero os elogios já feitos ao artigo. Muitos parabéns ao Rodrigo.
ResponderEliminarDe resto, acrescentar o desfecho do "escândalo Armstrong", que ficou sem as sete conquistas consecutivas no Tour. Creio que esse é um dos mais marcantes acontecimentos do ano nesta modalidade.
Bom ano para todos.