Custou em 1984 (mas aí Chalana tinha apenas 25 anos, aliás do 11 titular que foi eliminado no último minuto do prolongamento frente à França só Bento, Lima Pereira e Jordão tinham mais de 30 anos, o que dava boas perspectivas para o futuro...depois em 86 pelos motivos que se conhece não confirmaram isso) em 1996 (Poborsky acabou com o sonho mas era a geração de Ouro e os jogadores tinham na sua maioria 24/25 anos), em 2000 (foi o nosso melhor plantel numa fase final, a França novamente roubou-nos uma oportunidade única, mas era evidente que ainda podiam dar mais, aliás chegaram ao Mundial 2002 como uma das 3 principais favoritas), em 2004 (pelo contexto, mas apareceu Ronaldo nesse torneio e ficamos com a certeza que Portugal ia continuar a ser uma das melhores selecções do Mundo) e em 2006 (foi a última participação de Figo, voltamos a perder com a França, mas Ronaldo tinha apenas 21 anos, Deco, Carvalho, menos de 30 e começavam aparecer jogadores como Nani, Veloso, Moutinho e Manuel Fernandes) mas frente à Espanha em 2012 doeu mais. Não só por termos perdido uma oportunidade única (e histórica) de eliminar a campeã da Europa e do Mundo e marcar pela 2ª vez presença numa final de um Europeu, não só pela pouca sorte nas grandes penalidades, mas, principalmente, pela ideia (quase certeza) que o sonho de sermos campeões europeus ou mundiais está cada vez mais longe de alcançar. A partir de 2016, quando Ronaldo, Nani, Pepe, Moutinho, Veloso e Meireles, por exemplo, estiverem na casa dos 30 anos, as soluções serão muito poucas ou nenhumas, aliás, actualmente as alternativas a estes jogadores são quase nulas. Os clubes portugueses não apostam nos jogadores nacionais (o Braga é a boa excepção e demonstra que consegue ser na mesma competitivo), cada vez temos menos lusos em equipas de Top do futebol europeu (este cenário dificilmente vai mudar se os nossos elementos não forem potenciados em Portugal) e a jogar a um nível competitivo alto (liga dos campeões ou em clubes que lutem por títulos...algo que é determinante em fases finais de Europeus e Mundiais), e se com Ronaldo (sem ele a selecção já era mediana) não chegamos ao objectivo máximo, no futuro o cenário será certamente mais complicado. É certo que temos uma excelente geração nos sub-19, que elementos como André Martins, Pizzi, Nélson Oliveira, etc, demonstram qualidade (mas com a idade deles jogadores como Moutinho, Ronaldo, Nani, entre muitos outros já eram indiscutíveis nos seus clubes e certezas), no entanto, a tendência é que encontrem pouco espaço para evoluir e demonstrar o seu valor (os "grandes" querem resultados no imediato e cada vez possibilitam menos experiências).
Após a brilhante campanha no Mundial sub-20, pensava-se que estaria dado o mote para mudar a mentalidade dos dirigentes dos clubes portugueses, no que toca à contratação de jogadores e aposta no produto nacional, contudo, parece que aconteceu o contrário. Dos jogadores que fizeram parte da campanha portuguesa na Colômbia, poucos jogaram com regularidade nos principais campeonatos. A juntar a isso o FC Porto acabou novamente a temporada sem nenhum jogador português da sua formação no plantel (já tinha acontecido em 2011-12), e Moutinho, Varela e Rolando foram as únicas apostas nacionais. Já o Benfica, com a saída de Coentrão como seria expectável actuou 95% das partidas sem nenhum jogador português no 11 (Nélson Oliveira foi o único a contrariar este cenário, mas foi utilizado apenas alguns minutos). Por sua vez, o Sporting que era a excepção e de longe o melhor exemplo para o futebol nacional, não conseguiu resistir à tendência e contratou no defeso passado 19 jogadores (todos estrangeiros. Aliás na próxima temporada com a saída de João Pereira, Patrício poderá ser o único português regularmente no 11). Três clubes, três equipas que deviam ser exemplo para todas as outras a nível nacional, mas que com esta política estão a contribuir para uma falta de identidade do futebol português. No plano económico, está igualmente provado que o jogador português é dos que vende melhor no Mundo, como tal, esta aposta nula é uma má política de mercado (como querem vender jogadores como o Nani, Coentrão, Carvalho, se não apostarem neles?). Os outros clubes da Liga Zon-Sagres infelizmente dão continuidade a este flagelo e salvo algumas excepções o cenário é pouco animador. Como tal, parece-nos oportuno voltar referir o projecto que o Visão de Mercado elaborou para o futebol português e destacou em Setembro de 2010 (ler aqui), que repetiu em 2011 (ler aqui), e já mencionou igualmente este ano (ler aqui).
Soluções?
O Visão de Mercado sugere algumas soluções a aplicar pela Liga de Clubes, como forma a reduzir esta invasão de jogadores extracomunitários. As medidas são na nossa perspectiva realistas e de acordo com os padrões do futebol português. A saber:
- O número de inscrições na Liga ZON-Sagres fica fixado nos 27 jogadores, no entanto, desse número, pelo menos 5 jogadores terão que ter sido formados no clube (a mesma regra da UEFA: ter jogado pelo menos 3 anos no seu clube, entre os 15 e os 21 anos).
- Para equilibrar o número de jogadores portugueses no 11 inicial, sugerimos que obrigatoriamente em todos os jogos, as equipas coloquem 4 jogadores nacionais de inicio, como forma a que joguem pelo menos 64 portugueses no fim-de-semana desportivo. Esta medida (que como é óbvio seria gradual, ou seja no próximo ano 2, daqui a 2 anos ter de utilizar 3, até que em 2015 teria a obrigação dos 4 portugueses), obrigaria os clubes nacionais a terem um plantel com pelo menos 10-12 jogadores nacionais, como forma de prevenir qualquer lesão ou castigo. Recordamos que por exemplo no campeonato russo há uma obrigatoriedade de as equipas apresentarem 6 jogadores russos no 11.
- Limitar as transferencias de jogadores do exterior para 8 ou 10 (desde que pelos menos 5 deles sejam internacionais por qualquer escalão de formação do seu país). Esta medida visa reforçar as trocas internas, fomentando a circulação interna do dinheiro e maior equilíbrio das contas dos clubes.
- Quanto à limitação de jogadores extracomunitários, consideramos essa medida um pouco xenófoba, preferindo a obrigatoriedade de utilizar jogadores nacionais, em vez de restringir a entrada de extracomunitários.
Em relação à II Liga, seria também razoável implementar a obrigatoriedade de inscrever mais jogadores portugueses (pelo menos 14 jogadores em 27, 5 jogadores da formação e 5 jogadores no onze inicial). Quanto aos escalões de formação, seria importante obrigar os clubes a utilizar pelo menos 8 jogadores nacionais no onze inicial, como forma de fomentar a formação de jogadores portugueses. É lamentável não conseguirmos estar de maneira assídua nas grandes competições juvenis (o último Mundial sub-20 foi a excepção), e pela forma como países como a Alemanha, Bélgica, França, Espanha e até a Inglaterra estão a trabalhar há muito perdemos o estatuto de potência ao nível da formação. Por último, no que diz respeito às equipas B devia haver um cariz obrigatório de só poder inscrever no máximo 5 estrangeiros.
PS - Caso os 4 principais clubes nacionais utilizassem regularmente pelo menos 4 jogadores nacionais de inicio, formariam uma boa base de apoio para a selecção nacional, pois seriam 16 jogadores em competição acesa na Liga Nacional, e quem sabe nas Competições Europeias. Quem ficava a ganhar era a selecção nacional!
Que medidas equaciona para uma melhoria do nosso futebol? O que acrescentaria ou retirava às ideias do Visão de Mercado para permitir evoluir a nossa Liga em termos de sustentabilidade dos clubes, indirectamente ajudar o futuro da nossa selecção, e para dar mais condições ao jogador português? Recordamos que em 2004 (parece que foi há um século, mas foi há meia dúzia de anos) o Porto de Mourinho venceu a Liga dos Campeões com 9/10 portugueses a jogar assíduamente, como tal, a ideia de os clubes só poderem ser mais competitivos com jogadores estrangeiros não faz sentido. E se os nossos melhores querem sair, ao menos que se criem condições para outros apareceram e mostrar o seu valor...e para isso só actuando com regularidade. Poderá Portugal estar a correr sérios riscos em termos de afirmação da nossa selecção no futuro?
Após a brilhante campanha no Mundial sub-20, pensava-se que estaria dado o mote para mudar a mentalidade dos dirigentes dos clubes portugueses, no que toca à contratação de jogadores e aposta no produto nacional, contudo, parece que aconteceu o contrário. Dos jogadores que fizeram parte da campanha portuguesa na Colômbia, poucos jogaram com regularidade nos principais campeonatos. A juntar a isso o FC Porto acabou novamente a temporada sem nenhum jogador português da sua formação no plantel (já tinha acontecido em 2011-12), e Moutinho, Varela e Rolando foram as únicas apostas nacionais. Já o Benfica, com a saída de Coentrão como seria expectável actuou 95% das partidas sem nenhum jogador português no 11 (Nélson Oliveira foi o único a contrariar este cenário, mas foi utilizado apenas alguns minutos). Por sua vez, o Sporting que era a excepção e de longe o melhor exemplo para o futebol nacional, não conseguiu resistir à tendência e contratou no defeso passado 19 jogadores (todos estrangeiros. Aliás na próxima temporada com a saída de João Pereira, Patrício poderá ser o único português regularmente no 11). Três clubes, três equipas que deviam ser exemplo para todas as outras a nível nacional, mas que com esta política estão a contribuir para uma falta de identidade do futebol português. No plano económico, está igualmente provado que o jogador português é dos que vende melhor no Mundo, como tal, esta aposta nula é uma má política de mercado (como querem vender jogadores como o Nani, Coentrão, Carvalho, se não apostarem neles?). Os outros clubes da Liga Zon-Sagres infelizmente dão continuidade a este flagelo e salvo algumas excepções o cenário é pouco animador. Como tal, parece-nos oportuno voltar referir o projecto que o Visão de Mercado elaborou para o futebol português e destacou em Setembro de 2010 (ler aqui), que repetiu em 2011 (ler aqui), e já mencionou igualmente este ano (ler aqui).
Soluções?
O Visão de Mercado sugere algumas soluções a aplicar pela Liga de Clubes, como forma a reduzir esta invasão de jogadores extracomunitários. As medidas são na nossa perspectiva realistas e de acordo com os padrões do futebol português. A saber:
- O número de inscrições na Liga ZON-Sagres fica fixado nos 27 jogadores, no entanto, desse número, pelo menos 5 jogadores terão que ter sido formados no clube (a mesma regra da UEFA: ter jogado pelo menos 3 anos no seu clube, entre os 15 e os 21 anos).
- Para equilibrar o número de jogadores portugueses no 11 inicial, sugerimos que obrigatoriamente em todos os jogos, as equipas coloquem 4 jogadores nacionais de inicio, como forma a que joguem pelo menos 64 portugueses no fim-de-semana desportivo. Esta medida (que como é óbvio seria gradual, ou seja no próximo ano 2, daqui a 2 anos ter de utilizar 3, até que em 2015 teria a obrigação dos 4 portugueses), obrigaria os clubes nacionais a terem um plantel com pelo menos 10-12 jogadores nacionais, como forma de prevenir qualquer lesão ou castigo. Recordamos que por exemplo no campeonato russo há uma obrigatoriedade de as equipas apresentarem 6 jogadores russos no 11.
- Limitar as transferencias de jogadores do exterior para 8 ou 10 (desde que pelos menos 5 deles sejam internacionais por qualquer escalão de formação do seu país). Esta medida visa reforçar as trocas internas, fomentando a circulação interna do dinheiro e maior equilíbrio das contas dos clubes.
- Quanto à limitação de jogadores extracomunitários, consideramos essa medida um pouco xenófoba, preferindo a obrigatoriedade de utilizar jogadores nacionais, em vez de restringir a entrada de extracomunitários.
Em relação à II Liga, seria também razoável implementar a obrigatoriedade de inscrever mais jogadores portugueses (pelo menos 14 jogadores em 27, 5 jogadores da formação e 5 jogadores no onze inicial). Quanto aos escalões de formação, seria importante obrigar os clubes a utilizar pelo menos 8 jogadores nacionais no onze inicial, como forma de fomentar a formação de jogadores portugueses. É lamentável não conseguirmos estar de maneira assídua nas grandes competições juvenis (o último Mundial sub-20 foi a excepção), e pela forma como países como a Alemanha, Bélgica, França, Espanha e até a Inglaterra estão a trabalhar há muito perdemos o estatuto de potência ao nível da formação. Por último, no que diz respeito às equipas B devia haver um cariz obrigatório de só poder inscrever no máximo 5 estrangeiros.
PS - Caso os 4 principais clubes nacionais utilizassem regularmente pelo menos 4 jogadores nacionais de inicio, formariam uma boa base de apoio para a selecção nacional, pois seriam 16 jogadores em competição acesa na Liga Nacional, e quem sabe nas Competições Europeias. Quem ficava a ganhar era a selecção nacional!
Que medidas equaciona para uma melhoria do nosso futebol? O que acrescentaria ou retirava às ideias do Visão de Mercado para permitir evoluir a nossa Liga em termos de sustentabilidade dos clubes, indirectamente ajudar o futuro da nossa selecção, e para dar mais condições ao jogador português? Recordamos que em 2004 (parece que foi há um século, mas foi há meia dúzia de anos) o Porto de Mourinho venceu a Liga dos Campeões com 9/10 portugueses a jogar assíduamente, como tal, a ideia de os clubes só poderem ser mais competitivos com jogadores estrangeiros não faz sentido. E se os nossos melhores querem sair, ao menos que se criem condições para outros apareceram e mostrar o seu valor...e para isso só actuando com regularidade. Poderá Portugal estar a correr sérios riscos em termos de afirmação da nossa selecção no futuro?



a partir de agora é que vai custar. Portugal está a ficar sem jogadores e se este ano já mostramos falta de qualidade em muitas posições, daqui para a frente vai ser ainda pior. vamos ter jogadores na seleção de zaragoças, gijons, bragas, clubes do championship ingles, genovas, parmas, touloses, montpelliers, etc. nada de man utds e real madrids e pior ainda: portos, benficas e sportings
ResponderEliminarEu acredito que em 2016 seremos Campeões da Europa finalmente, 1996(Quartos) 2000(Meias) 2004(Final) 2008(Quartos) 2012(Meias) 2016(Campeões Europeus), será a última hipótese para jogadores como Ronaldo, Pepe e Nani de fazerem algo grandioso pela nossa seleção.
ResponderEliminarMas de facto custou imenso esta meia-final, mas para mim as que custaram mais sem dúvida em 2000 foi a nossa melhor equipa de sempre, com aquele futebol erámos campeões na certa, mas os pormenores complicam sempre tudo. Em 2004 foi mais por jogarmos em casa e por ser a ultima oportunidade da geração de ouro brilhar.
Mas de facto o futuro não é risonho para as nossas equipas futuras da seleção, esperemos que a tendência mude nos próximos 3/4 anos.
E nao culpem o Sporting. Que sempre lutou contra a maré. mas é dificil lutar sozinho. e ainda por cima ser roubado e impedido de fazer história em portugal e consequentemente na europa!
ResponderEliminaré o povo que temos e o país que temos
joao silva
esperemos que isto começe a mudar... pode ser que as equipas B ajudem a mudar esta tendência (o que parece que não vai acontecer). Mas continuo a dizer que a culpa não é dos clubes, mas sim dos dirigentes da federação que não tomam medidas. O dinheiro que ganhamos no EURO podia e devia ser utilizado para investirmos na formação.
ResponderEliminarEsta semana começa o EURO para os sub-19, sugeria o acompanhamento do Visão de Mercado do mesmo e dos valores que nos vão representar.
ResponderEliminarFORÇA PORTUGAL !!!
Portugal vai continuar a ter uma selecção competitiva, está a aparecer Cedric, A.Martins, N.Oliveira, Salvador Agra, etc, que nas próximas competições importantes já serão jogadores de qualidade para a nossa selecção, depos há Coentrão, Patrício, Veloso, Moutinho que ainda têm muitos anos de futebol pela frente.
ResponderEliminar"Simplesmente" com a fraca aposta nos jogadores portugueses vai continuar a acontecer o que aconteceu nos últimos tempos, ficamos sempre pelo quase, isto porque temos uma selecção com qualidade e competitiva mas que não tem alternativas e o desgaste mental, físico é maior e torna-se complicado conquistar uma competição assim.
Concordo com o João Silva!
ResponderEliminarSporting tem estado a remar sozinho!
Braga parece também inclinado em seguir o Sporting!
Espero k mais clubes façam isso!
Acredito k Portugal irá ganhar o Mundial 2014 e o Euro 2016 !
Gostaria de ver a selecção a fazer + amigáveis contra selecções como Uruguai, Bélgica, Gana...
Obrigado VM. Bom trabalho!
Só mesmo o Sporting para resgatar a situação actual....adrien, a.martins, cedric, e esta geração de juniores serão o futuro da selecção!
ResponderEliminaraqueles que disserem o contrário sofrem do síndrome de clubite aguda..pois só vejo talento nestes jovens e em um ou outro dos juniores do benfica e no n. oliveira.
O Sporting não tem qualquer culpa, é o unico que forma jogadores para a selecção, foi a equipa que formou mais jogadores para uma seleção neste europeu.
ResponderEliminarNeste momento, a aposta pode não ser tão forte mas porque os outros NUNCA apostaram e com isso conseguiram formar equipas mais competentes e o Sporting teve de alterar a estratégia para tentar re-aproximar-se do nível dessas equipas, no entanto, Patrício, Carriço, Cédric, A.Martins, Adrien, Pereirinha ou até mesmo Illori ou J.Mário, são tudos jogadores que pertencem aos quadros do Sporting, que são formados e já jogaram pela equipa principal.
Portanto, culpem todos, menos o Sporting Clube de Portugal!
De facto o não aproveitamento das perolas portuguesas têm sido o nosso maior erro, sim porque têm havido muito bom jogador com grande qualidade mas que é metido na sombra dos Sul Americanos em que o futebol Português aposta, e assim é impossivel para alguem conseguir aparecer ao seu melhor nivel.
ResponderEliminar"Nós" portugueses achamos que nada que é nosso é bom, e que o de fora é melhor, essa é que é a verdade. Demos os parabens ao P.B. pois nos anos que teve no sporting, conseguiu lançar grande parte dos jogadores que agora tivemos no Euro2012. Espero que agora o Sá Pinto faça o mesmo, pois temos qualidade naquela academia.
Espero que não seja so o Nelson Oliveira (que cada vez mais está um jogador feito pelos media) a conseguir vingar nestes anos, mas sim todos da sua geração.
Vamos ver se conseguimos outra geração de ouro que nos dê alegrias.
Cumprimentos.
Essa é a maior das verdades, os unicos a remar contra a maré foi o Sporting! e isso vê se pela quantidade de jogadores da selecção que passaram por esse clube!
ResponderEliminarMas se tudo isto é verdade não é menos verdade o legado que Scolari deixou nas selecções jovens, pois nos anos em que ele cá esteve os nossos jovens não foram a campeonatos da europa mundo! nada! E por muito que falem mal de Carlos Queirós uma coisa ele conseguiu restruturar as selecções jovens! E neste momento a unica selecção jovem que não se bate de igual com as melhores é a de sub 21 pois após os sub 19 mal jogam!!!!
Exactamente!
ResponderEliminarO sporting não tem mais condições, porque tem de lutar cara a cara com os seus rivais, e quando os rivais têm planteis com n jogadores estrangeiros fica muito complicado ...
Enquanto não houver novas regras em Portugal isso vai ser sempre a decair de qualidade.
ResponderEliminarEnquanto houver equipas que jogam com 11 jogadores estrangeiros não vamos la.
Este tema já foi mais do que falado aqui no blog, pelo que não vou estar a repetir aquilo que penso, que é, por certo, aquilo que 95% dos leitores pensam.
ResponderEliminarQueria apenas concordar com as soluções propostas por VM. Ponho apenas um ponto de interrogação na ideia de colocar 4 jogadores portugueses a jogar de início já que isso levanta muitas questões, a meu ver. Julgo que seria complicadíssimo implementar essa medida a curto prazo, mas a médio prazo acho que seria uma medida acertado (até lá, deveria haver uma introdução gradual desta ideia).
Quanto à limitação de contratação de estrangeiros, acho que 8 a 10 continua a ser um número demasiado elevado. Por outro lado, acho que deve ser implementado um sistema que beneficie quem contrata jogadores internacionais (em qualquer escalão) e a quem contrata jogadores estrangeiros que já actuem no nosso país (para fomentar uma maior circulação interna de dinheiro).
Quanto à ideia de que o Sporting está "a remar sozinho", discordo. Se é verdade que a actual selecção vive muito dos talentos formados pelo sporting, não é menos verdade que o Sporting, no ultimo ano, fez uma reformulação quase total do plantel em que a aposta em jogadores nacionais foi nula (a excepção foi André Martins, que mesmo assim só a muito custo apareceu e não teve, claramente, o mesmo crédito que tiveram outros estrangeiros. Para a próxima temporada, basta ver o dossier Adrien para perceber que se continuarão a reger pelo mesmo vector). Os adeptos do Sporting não se iludam nesse aspecto, pois parece claro que as medidas da actual direcção se aproximam cada vez mais das medidas de Porto e Sporting.
É necessária uma mudança por parte de TODOS!
Tivémos uma seleção de sub-20, finalista vencida do Mundial, essa geração espero que seja rentabilizada ao máximo, a verdade é que há pouco espaço para estes jogadores nas nossas equipas.
ResponderEliminarMas o principal indicador do mau rumo que a nossa Seleção pode tomar, é que os jogadores que atualmente fazem parte dela, com 20 - 23 anos já eram opção em bons clubes, e o que nós vemos nos jogadores portugueses hoje em dia com essa idade, é que muitos ainda estão emprestados a clubes de pouca dimensão à espera de uma oportunidade.
Neste capitulo o Sporting fez bem a sua parte, agora sozinho é natural que não chega para a selecção ter sucesso de ganhar um troféu.
ResponderEliminarO Benfica e o Porto ajudam é a formar para o Brasil, Argentina, Colombia e por ai fora.
Por isso é que oiço muitos Benfiquistas a serem questionados.
- Voçês não tem jogadores na selecção Portuguesa no Mundial ou no Europeu.
E eles respondem sendo Portugueses.
- Não faz mal temos na selecção do Brasil ou na Argentina.
Agora digam lá a pensar assim como podemos ganhar algo a nivel de selecção A
Impossivel....
VM,
ResponderEliminarPela milésima vez, o SCP não deixou de apostar nos jovens. Metam isso na vossa cabeça.
Os escalões de formação têm muito boas promessas, a politica de empréstimos ajudou alguns, mas agora as equipas B vão ajudar outros a crescer. Para daqui a 2 anos já teremos Cedric e André Martins na seleção e talvez Adrien (mas tem que evoluir mais pois neste momento não tem lugar a títular no SCP).
Há outros que participaram no torneio next-gen que daqui a 4 anos já poderão também estar a dar o seu contributo no próximo Europeu. A politica do SCP é boa. Não se pode meter demasiados jovens no plantel e depois esperar que a equipa seja campeã e que evoluam todos. A equipa B servirá para trazer os juniores para o mundo dos seniores (a transição mais dificil da carreira de jogador) e os emprestimos irão continuar para dar possibilidade de que jogadores já seniores possam ganhar experiencia sem tanta pressão.
Não concordo com o facto de os clubes serem obrigados a ter jogadores nacionais a jogar no 11,corta a liberdade ao treinador... de resto concordo em tudo
ResponderEliminarÉ com muito agrado que leio e releio a vossa chamada de atenção para este assunto. Mas infelizmente os interesses dos empresários/dirigentes geram mais dinheiro do que a simples aposta na formação… Vejo um País unido e distraído em torno da selecção, mas não vejo competência nas respectivas entidades para defender o jogador português.
ResponderEliminarLi um artigo num jornal espanhol em que o Sporting era o clube com mais jogadores de formação no Euro, à frente do Barcelona, Real de Madrid, Bayern, Ajax… se o português não tem qualidade para o futebol o melhor será dedicar-se à malha e deixarmos os outros disputar o nosso campeonato.
*queria dizer acima que as medidas da direcção do Sporting, neste campo, se aproximam cada vez mais das medidas de Porto e Benfica, obviamente, e não Porto e Sporting.
ResponderEliminaralguns destes jogadores nem sequer estarão em 2016, mas ai outrso já terão aparecido.
ResponderEliminaro 11 de Portugal bateu-se bem com os adversários, pior foi o banco de suplentes!
Já aqui falei nisto e vou voltar a falar: tomem atenção á seleção de sub 19 que está na Estónia a preparar o euro sub 19, que vai começar dia 3 de Julho. Há ali jogadores que se continuarem a evoluirem, poderão ser a médio longo prazo, o futuro de Portugal; Bruma, Ilori, Veloso,Cafú, Agostinho Cá, Tiago Ferreira, Betinho, podem muito bem estar presentes no euro 2016, ou até quem sabe já em 2014, caso Portugal se apure.
Temos também alguns jogadores da geração que em 2011 foram vice-campeões de sub 20, muitos desses jogadores podem no imediato(se estiverem a jogar nos seus clubes) integrar a seleção principal, aliás, Nelson Oliveira já faz parte, apesar de não concordar com a sua chamada.
Eu acredito nas futuras gerações de futebolistas portugueses.
Baliza- Patricio ainda durará muitos anos
Defesa- temos bons defesas jovens( Cedric, Ilori, Ruben Ferreira, Tiago Ferreira, Roderick, Coentrão também está para as curvas, etc)
Meio campo- Moutinho ainda durará muitos anos, Agostinho Cá se continuar a evoluir, certamente irá ser uma opção válida para a seleção, depois temos Danilo Pereira, João Mario etc
ataque- pode ser que com Nelson Oliveira, Betinho, Rudi, Vaz Te, Ivan Cavaleiro, Bruma, o nosso ataque deixe de ser praticamente inofensivo como tem sido em muitos jogos.
Ric,
ResponderEliminarO Sporting teve de fazer essa reformulação do plantel precisamente porque o Porto e Benfica nunca apostaram igual ao Sporting na formação. Acha que é subindo o Betinho (goleador da equipa de juniores do Sporting) ou o Iuri Medeiros (extremo esquerdo de qualidade) que o Sporting vai conseguir ombrear com contratações de 9 milhões como o Ola John ou com contratações de mais de 10 milhões como Danilo?
Mas como disse anteriormente, o Sporting mesmo com uma aposta menor, na ultima época das camadas jovens utilizou com regularidade Patrício, Carriço, A.Martins e Pereirinha, além destes, J.Mário e Illori jogaram em jogos oficiais. Quem fez melhor?
Esta época, ainda podem aparecer Cédric e Adrien (ainda não vi ninguém do Sporting dizer que ele não faz parte dos planos, por isso é esperar para ver).
Ja todos percebemos que os clubes portugueses tardam em apostar no produto nacional e que para isso ser contrariado terao de ser tomadas medidas que protejam o jogador portugues.
ResponderEliminarLimitar as transferencias vindas do exterior e uma das opçoes ja que fomenta as trocas internas e possibilita o aumento do numero de portugueses nos planteis.
A utilizaçao de pelo menos 5 jogadores formados no clube nos seus planteis ou a utilizaçao de pelo menos 4 portugueses nos 11 iniciais seria uma excelente proposta, embora nao fosse facil os clubes aceitarem-na.
Acho que a partir de 2016 e com a geraçao do Ronaldo a estar perto do fim da carreira veremos que jogadores teremos para os substituirem mas, em 2012, a expectactiva nao e nada optimista. Vejamos que dos vice campeoes sub-20 nenhum esta a jogar em clubes de topo regularmente (Nelson Oliveira joga as vezes e Cedric chega agora ao Sporting) e muitos nem em clubes inferiores de Portugal tem lugar.
Alem disso, nao vejo potencial nos nossos jovens como via em Nani, Moutinho, Quaresma ou Cristiano Ronaldo, onde as excepçoes sao apenas Pizzi, Andre Martins, Neto e Nelson Oliveira.
Assim que tivermos oportunidade. Domingo ou Segunda, muito provavelmente. Vamos abordar o Euro sub-19.
ResponderEliminarApesar de já termos falado várias vezes dos jogadores portugueses que vão estar em competição e identificado as qualidades dos mesmos.
Mas pedimos aos leitores para pararem de falar na selecção de sub-19, aliás como há um ano só falavam na de sub-20 e que percebam de uma vez por todas que se esses jogadores não tiverem espaço nos clubes para evoluírem nunca vão ser opções para a selecção AA de Portugal.
O que está em causa neste post não é se os nossos jovens apresentam ou não qualidade, apesar de nesse capítulo algo também pode ser discutido, mas sim se vão ter espaço e oportunidades ao mais alto nível...no contexto actual isso parece pouco provável.
Cumprimentos
Nós aqui no Brasil entedemos como um crime Nelson Oliveira quase não jogar pelo Benfica enquanto Rodrigo (espanhol) e Cardozo (paraguaio) dividem os minutos no ataque encarnado...
ResponderEliminarSerá que ninguem aí percebeu que este garoto é o futuro de Portugal.
Se tivesse minutos a mais na temporada, poderia ter adiquirido a confiança necessária para ser titular e alternar com Ronaldo entre a ponta esquerda e o meio de ataque, mudando ambos de posição constantemente... Deixaria as defesas adversárias em colapso... Pena que não aconteceu...
VM,
ResponderEliminarComo disse no meu comentário, as equipas B servem para os juniores (e talvez seniores de 1º ano) terem espaço que não tinham até agora. Para os seniores de 2º ano julgo que os empréstimos continuarão a ser a melhor hipotese para a carreira deles, já que nem todos chegarão a senior com o mesmo nivel de outros.
Aqueles que mostrarem ser "fora do normal" desde cedo, esses sim terão espaço na equipa principal. Os outros deverão evoluir algum tempo fora do clube. Para mim era assim que deveria ser sempre e não encher as equipas principais com jovens que não mostram qualidade/experiência suficiente. Isso seria estar a dar-lhes demasiada pressão para a sua evolução.
Nada disto faz sentido. O mercado deve ser livre e os clubes devem poder contratar quem quiserem. Cabe aos jogadores nacionais trabalhar lutar e evoluir para jogarem nas melhores equipas... E cabe aos treinadores porem os melhores a jogar.
ResponderEliminarNão ajuda em nada a selecçao descer o nivel competitivo da liga e das equipas só para que possam estar nao sei quantos jogadores portugueses a jogar. Se aplicassemos essas regras poderiamos que tinhamos muitos jogadores dos melhores clubes portugueses, mas a verdade é que para conseguir isso descemos o nível dessas equipas.
Tomem como o exemplo o que acontceu no basket... em 2007 Portugal conseguiu um apuramento histórico para o Europeu e acabou em 8 lugar. Quando cada equipa tinha 5 ou 6 estrangeiros. Começaram estas conversas, estas ideias, e foram reduzindo o nr de estrangeiros por equipa... em 2011 tinhamos montes de jogadores portugueses na liga, não valiam era metade dos que estam na selecçao em 2007. tivemos que ser repescados para ir ao europeu (houve um alargamento) e perdemos os jogos todos e direncs consideráveis.
Mike Portugal,
ResponderEliminarnão está em causa se o Sporting tem ou não bons jovens na formação. Está em questão se, seguindo as políticas que vêm sendo seguidas, estes vão ter espaço para a parecer no plantel. Só quando isso acontecer se pode falar em "apostar nos jovens", até lá não passarão de promessas e não acrescentam nada ao que já vem sendo feito.
Quanto a Cedric e André Martins (Adrien parece fora do baralho), são dois bons exemplos, de facto. Mas são dois, não são seis nem sete. São dois! Isso não é nem pode ser suficiente. Para além disso, com Arias (quem conhece o seu percurso sabe do que falo) e com Labyad, Matías, Izmailov, etc, será que estes dois vão ter o espaço que merecem e precisam? Não me parece assim tão claro quanto lhe parece a si. Espero que sim, que aconteça como diz.
Se me disser que Porto e Benfica ainda apostam menos do que isto, tem toda a razão. Mas isso não faz com que o Sporting, neste momento, se faça reger por uma política de aposta na formação. A meu ver, longe disso, infelizmente. (Em 15 jogadores contratados na temporada passada, zero Portugueses! Esta temporada, além do regresso de Cedric, não será diferente, aparentemente. Pelo meio, vão saindo Postigas, Yannicks, quiça Carriços, Pereirinhas,... Parece-me óbvio que, a este ritmo, o cenário vai ser igual ao que se vê no Porto e Benfica).
Limitar o número de estrangeiros por equipa.
ResponderEliminarGRANDE VM, ISSO MESMO, falem no euro sub 19,se possivel façam as cronicas dos jogos de Portugal, porque o futuro está ali.
ResponderEliminarobrigado VM, e parabéns, desejo de boas cronicas.
eu acredito nessa geração sub 19 :)
Na minha opiniao um plantel em Portugal deveria conter as seguinte regras:
ResponderEliminar- 25 jogadores no máximo
- 5 jogadores formados no clube
- 5 jogadores formados no país
- Taça da Liga e Taça de Portugal obrigatoriedade de ter 9 jogadores(50%) formados no país na ficha de jogo, ou seja, nos 18 convocados
Concordo com este post do VM. No entanto penso que pode ser um bocado complicado implementar estas medidas, pois a União Europeia provavelmente iria se queixar por causa destas leis não respeitarem a livre circulação de trabalhadores dentro da UE. Também penso que a medida dos extra-comunitários é xenófoba e não concordo com ela, mas penso que é mesmo a única maneira de ter algum controlo sobre isto...
ResponderEliminarLuisRafaelSCP,
ResponderEliminarvocê e muitos parecem estar a fazer isto uma questão de clubismos, a tentar ver no meio da miséria que é o que tem mais migalhas. Eu não disse que alguém fez melhor. Digo e repito, que o que está a ser feito é insuficiente (seja pelo Sporting, seja pelo Benfica, seja pelo Porto).
Simplesmente me parece uma imbecilidade estar-se a tentar individualizar o caso do Sporting como um exemplo (neste momento) de aposta na formação quando a aposta da actual direcção tem sido, massivamente, contrária a essa ideia.
Tem toda a razão quando diz que seria difícil ombrear com jogadores de 19 anos contra jogadores de 9 milhões. Mas é exactamente isso que as medidas que defendo no comentário acima servem: fomentar a aposta na formação e minimizar esse desequilíbrio.
Mais uma vez, não se percebe que se leve isto para o campo do clubismo.
Já o disse no passado e volto a afirmar. A "solução" proposta pelo VM é ilegal à luz do direito comunitário. Não pode haver dentro da UE discriminação no emprego entre cidadãos nacionais e de outros países. A Rússia não sendo o UE pode fazer o que bem entender. Nesse contexto, a solução tem de ser ajustada para a obrigatoriedade de serem jogadores comunitários formados no clube (independentemente da nacionalidade). O que até faz sentido nos critérios do VM para jogadores selecionáveis. De facto, já que se forem cabo verdianos, guineenses e afins podem jogar pela selecção se tiverem vindo para Portugal com menos de 18 anos, o mesmo sucede com franceses, polacos ou belgas.
ResponderEliminarCorrijam lá a solução proposta e de resto, mantenham o grande trabalho!
Benfica compra:
ResponderEliminarGaitan, Ola john, Garay, Witsel, Bruno Cesar, Nolito etc etc
Porto compra:
Danilo, Alex Sandro, Lucho, Janko, Kleber etc
Agora digam, o sporting tinha (alguns ainda tem): Postiga, Veloso, Moutinho, Patricio, Joao Pereira, Carriço, Salomao, Adrien, Cedric etc
Já sao consideraveis nao? Mas acham que é seker possivel combater com as super ekipas do fcp e slb? Não.
Entao q soluçao? Comprar estrangeiros que possam competir, já que vivemos num país pequeno, com muito talento é certo, mas tem de haver tempo para potenciar esse talento ... Assim não dá, e com muita pena minha o sporting está a ir pelo mesmo caminho, mas foi sempre a equipa que contrariou esta tendencia, sempre, até que chega a um ponto que se torna intoleravel e é impossivel nao cair nela
Quando ouvi alguem dizer ha 4 anos "ganhámos a medalha de ouro" referindo-se ao DiMaria, explica muito acerca da relação do português com os clubes e selecção...
ResponderEliminarEnfim...
Quanto ao assunto: o futuro é negro, mas sejamos honestos, os grandes dificilmente conseguem manter-se competitivos no panorama internacional sem adquirir jogadores "feitos". A Holanda tem grandes escolas (bem como a França), e não são minimamente competitivos. Sem legislação internacional, nada feito.
Depois,um clube forma jogadores... para chegarem aos 18 e um empresário lhes fazer a cabeça e fugirem para o Maiorca? Ou pedirem para sair depois de meia dúzia de jogos? Ou para serem desvalorizados por seleccionadores manhosos? Às vezes não há estômago...
O VM é chato. Portugal não vai deixar de marcar presença nas competições mais importantes. Quando esta geração acabar vai vir outra. Ainda me lembro que as pessoas diziam exatamente o mesmo após o Mundial 2002. Ah e tal não vamos a lado nenhum nunca mais. Este vai para a reforma, estes são fraquitos, não temos formação(e ainda ganhávamos campeonatos jovens na altura). A questão de serem aposta para mim não conta, pois o jogador português está bem visto lá fora. Se não são apostas cá, serão no estrangeiro.
ResponderEliminarOutra verdade é que o trabalho de formação feito tanto no Benfica como no Porto(Sporting não se aplica no que vou explicar) mudou desde que construíram os novos campos de formação. Mas foi dito nessa altura que as verdadeiras gerações dessas novas construções, surgiriam em 2014/2015. O tempo de trabalho da maioria dos jovens já será inteiramente bem realizado e teremos bons jogadores. Outra coisa. O dinheiro está a acabar. Tenho a certeza que daqui a 2 épocas já teremos mais portugueses nos plantéis dos grandes e com qualidade.
Agora, considero mais grave descer o nível competitivo da liga, do que a não aposta nos jogadores jovens.
VM,
ResponderEliminarGosto da vossa proposta, principalmente a de pressionar os clubes a contratarem no mercado interno. No entanto acho que a dos 4 jogadores nacionais obrigatório no 11 inicial cortaria as opções dos treinadores. Não estariamos de uma certa maneira a acomodar os jogadores portugueses de um plantel? Eles saberiam que tinham sempre mais probabilidades de jogar porque são portugueses. Concordo quanto às regras da Liga de Honra.
Quanto a contratar internacionais estrangeiros temos que ter calma. É bom não esquecer que a maioria dos clubes portugueses não tem poderio para contratar internacionais de potências futebolisticas e há bons jogadores que não são internacionais pelos seus países. Acho que o futebol português beneficia mais com um Nolito (creio que não é internacional por nenhum escalão de Espanha) do que com um internacional Moçambicano ou Burquinês ou mesmo vietnamita como o do Leixões ou este malaio de 17 anos que veio agora para o Beira-Mar. O Jimmy Hasselbaink era internacional quando chegou ao Campomaiorense (eu não sei a resposta)?
Acho que a vossa regra que deixava essa opção em aberta (os clubes poderiam ter 3 jogadores estrangeiros que ainda não fossem internacionais) é a chave para não se perder estes achados.
acho engraçado criticarem o sporting por estar a desapostar no jogador portugues!! criticar o unico clube mundial que poe 10 jogadores numa fase final dum campeonato europeu de futebol deixando para trás formaçoes como barcelona bayern e ajax.. no minimo ridiculo.. é verdade que neste ultimo ano houve uma clara nao aposta em jogadores nacionais.. mas todos se esquecem que isto da seleção é muito bonito agora.. todos se preocupam agora e perguntam porque os clubes nao apostam no jogador nacional, porque os clubes nao apostam na formação etc.. mas durante todo o resto do ano o que importa sao os clubes.. o porto e benfica apostam a louca em jogadores estranjeiros.. a federação e a liga de clubes nada faz.. com isso sao campeoes todos os anos.. o sporting tambem tem adeptos que exigem titulos, que querem ganhar.. logo os dirigentes vao fazer o mesmo que os outros dois clubes.. buscar estranjeirada e ganhar campeonatos...
ResponderEliminaristo nao compete a sporting a porto ou a benfica.. isto sao medidas que deveriam ser impostas pela liga de clubes..
se os outros nao se importam com a seleção porque é que o sporting tem de continuar a importar?? para os outros continuarem a ganhar campeonatos e o sporting a ficar pelo quase?? para o sporting continuar a dar grande parte dos grandes jogadores da seleção, e a nao levar credito nem merito por ninguem em portugal?? nem federação nem liga nem meiios de comunicação?? nada?? apenas os jornalistas estranjeiros fazem analises desportivas correctas e isentas, e todas elas mencionam o sporting clube de portugal como grande formação de jogadores.. se talvez a federação começar a pagar aos clubes formadores, talvez isto mude!!
sporting nao tem culpa.. e sorte temos nos que ainda vao saindo alguns bons jogadores para os lados de alcochete.. se nao nem apurados eramos.. é muito facil acusar o sporting de estar a desleixar-se em relacao a apostar no jogador portugues etc.. mas esquecem-se que o sporting tambem tem adeptos para satisfazer e dar campeonatos.. por isso se a liga permite as barbaridades que benfica e porto fazem o sporting so tem de continuar a fazer o que for preciso para ser campeao..
Doeu mais por ser a ultima ..
ResponderEliminarNão nos esqueçamos de 2004 .. foi terrivel ..
Eu acho que dramatizam bastante a situação de os clubes não jogarem com portugueses, se fossem aplicar essas medidas a nossa liga voltava a cair a nível de reputação face as outras, pois hoje em dia ve-se Porto, Benfica, Braga a fazerem boas prestações a nível europeu, até ja ganhamos mais uma vaga na liga dos campeões!
ResponderEliminarÉ verdade que o facto de os jogadores portugueses não jogarem tanto acaba por atrasar a sua evolução, mas será que é só por isso que hoje em dia não há grandes alternativas? É que desde que apareceu Ronaldo só nani e ultimamente Coentrão é que mostraram ser jogadores acima da média o resto são jogadores bons mas nada de muito especial. Isto pode ser uma fase, daqui a uns tempos pode estar a aparecer dois ou três jogadores que comecem logo a ter impacto num clube, porque na minha opinião um jovem jogador só começa a ter impacto na equipa se for mesmo um jogador com qualidades acima da média, e esses sim vão jogar mesmo que haja muitos estrangeiros no plantel.
O que eu penso é que tem de se ver melhor é como a formação destes jogadores é feita, porque chegam aos 19, 20 anos e ainda estão muito verdes. Se calhar o problema está aqui, vejam o caso do Rodrigo e do Nelson oliveira no Benfica, enquanto o Rodrigo em pouco tempo ganhou logo espaço na equipa e Nelson demorou mais tempo, alem de que o Rodrigo mostra muito mais maturidade do que o Nelson que ainda agora na selecção mostrou estar muito verde.
Eu nao alterava medida nenhuma, aliás punha as equipas a utlizar já 4 jogadores portugueses, não gradualmente, pois a situação está a ficar grave.
ResponderEliminarAté sou mais adepto de se inserir 6 jogadores portugueses na equipa titular (para dar mais de 50% de jogadores nacionais nas equipas) seja em que escalão for. Simplifica a tarefa, Obriga os clubes a formarem jogadores, e obriga a que esses mesmo jogadores rodem pelos clubes nacionais por forma a não fugirem excelente profissionais para os campeonatos estrangeiros. Infelizmente em vez de ser a FPF a mandar nos clubes, acontece exactamente o oposto, e todas as leis que protegiam o jogador nacional, agora actuam em prol do jogador estrangeiro.
ResponderEliminarO VM disse uma uma coisa importante, o jogador português vende-s muito mais caro, pois dá uma excelente garantia de futuro e profissionalismo para a equipa que o recebe e isso vale muito dinheiro ao mercado nacional. como é obvio isto iria obrigar os tres grandes a formar jogadores bons, e a buscar jogadores às equipas consideradas mais pequenas. e isso traria muita rotatividade de dinheiro, porque os milhoes entrariam de fora do país, para andarem a circular cá dentro durante imensos anos
Eu concordo com o comentário aqui do "Pedro".
ResponderEliminarApesar de reconhecer o excesso de estrangeiros, impor um mínimo de atletas portugueses no 11 parece-me uma medida cujo principal impacto seria baixar a competitividade da nossa Liga.
E depois, o fatalismo leva-nos (neste caso ao VM e a grande parte dos leitores), a enviesar a questão. Por exemplo, os clubes ingleses são super poderosos, todos os "grandes" têm um forte contingente nacional (à excepção do Arsenal, que mesmo assim já começa a apresentar algumas contribuições), os jovens disputam as melhores provas e mesmo assim... Resultados: zero. E o próprio exemplo da Rússia? Mesmo com a lei que protege o produto nacional e com o poderio financeiro dos clubes, o que têm ganho? E que perspectivas têm para os próximos 4, 6 anos?
Dentro desta torrente de sugestões radicais, as únicas que me parece justificáveis em termos de imposição de números de jogadores nacionais são as que diriam respeito às equipas B. E no geral, permitir apenas a entrada de internacionais no nosso campeonato é também uma boa ideia, mas provavelmente aumentaria o fosso entre os clubes grandes e os restantes. Talvez um internacional por cada "desconhecido", fosse uma melhor opção.
Antes de mais, queria dizer que não estou de acordo com algumas das medidas do VM por achar serem difíceis de implementar mas pelo menos apresentam soluções possíveis, já é (muito) mais que nada.
ResponderEliminarQuanto à discussão do Sporting, Porto ou Benfica apostarem na formação, realmente é verdade que deviam apostar mais (o Sporting era um grande exemplo mas houve uma altura em que se chegou a exagerar e isso resultou num dos piores ciclos do clube, quem é que pode lutar pelo título com 9 jogadores da formação no onze titular quando alguns desses eram Saleiros e Andrés Marques??)
A verdade é que não são apenas os grandes que têm de apostar na formação, porque esses ainda têm algum dinheiro para trazerem estrangeiros de qualidade.
Os clubes mais pequenos é que deviam apostar muito mais do que apostam!!!
Há muito bons valores por aí, em vez de irem buscar paletes de brasileiros que jogam nas regionais ou franceses que jogam nos amadores, podiam apostar nos excedentes da formação dos grandes e também em mercados secundários, principalmente num cenário de crise.
Veja-se lá fora, que clubes grandes à excepção de Barcelona, Arsenal e Bayern apostam nas suas camadas jovens??
Por exemplo, temos o Real Madrid que tem uma cantera muito boa mas que nos últimos tempos raramente é aproveitada. Os clubes mais pequenos em Espanha vão buscar os jogadores mais talentosos que depois não cabem no plantel do Real e dão-lhes minutos!! Vejam o Soldado, grande avançado que foi dispensado do Real e o Valência pegou nele com os resultados que estão à vista.
Há muitas mentalidades que têm de mudar e isso não é fácil. Não auguro um bom futuro à Selecção.
P.S.: espero que as equipas B de Porto e Sporting sirvam para potenciar os jovens pq a do Benfica já se percebeu que é para trazer pacotes de 10 juniores de cada vez do Uruguai ou uma coisa parecida
O problema também está na mentalidade de muitos jovens que vão para alguns clubes pelo dinheiro e perdem-se.
ResponderEliminarOu outros jogadores que não têm ninguém de pulso firme para metê-los na ordem. Há uns anos o Fábio Coentrão não calçava em Espanha e era para ser dispensado no Benfica, o LFV disse ao JJ para o manter no plantel e o JJ transformou-o num grande lateral. Espero agora que faça o mesmo com o Nelson Oliveira ou outros portugueses.
Na selecção de sub-19 apenas estão representados 3 clubes, apenas a excepção de 1 jogador da União de Leiria...
ResponderEliminarEu falo do Braga, porque é o meu clube do coração. Ficamos em 3º na fase de apuramento para o campeão e não temos 1 jogador seleccionado para o Europeu de sub-19.
O problema em Portugal, é que os interesses estão acima de qualquer coisa e o futebol não é excepção.
2016?
ResponderEliminarGR: Rui Patrício
DD: Cédric Soares
DC: Pedro Mendes
DC: Tiago Ferreira
DE: Fábio Coentrão
Mdefensivo: Danilo
MC: João Moutinho
MC: André Martins
MAE: Cristiano Ronaldo
MOD: Nani
PL: Nélson Oliveira
E dizem que não temos "material" para ter sucesso no futuro? Não temos é pouco!
Falta é apostar mais nestes jogadores...de resto eles vão cumprindo!
E atenção que já aponto baterias ao Euro 2016, nem se estou a analisar as nossas hipóteses no Mundial 2014.
Gustavo Ribeiro disse...
ResponderEliminarExcelente post e óptimas propostas! Estão de Parabéns!
PS: só um aparte, Poborsky colocou Portugal fora do Euro - 96... "a meias" com o Baía! Basta ver o vídeo para verificarem a ridícula colocação dele nesse lance!
PedroJCMorais,
ResponderEliminarRefiro que seria quase impraticável obrigar, no imediato, as equipas a jogar com quatro jogadores portugueses de início pelos motivos seguintes (focando o meu comentário no caso dos 3 grandes):
-Como se sabe, actualmente elas jogam (quando jogam) com um ou dois portugueses.
-jogar com quatro de início (como há lesões, castigos, escolhas do treinador, etc) obrigaria os planteis a terem, no mínimo, 10 jogadores portugueses com condições para discutir a titularidade. Como se sabe, as equipas têm dois ou três nessas condições.
-Os factores anteriores obrigariam os clubes a comprar jogadores portugueses, vendendo os jogadores estrangeiros que têm actualmente. Como se sabe, jogadores portugueses com qualidade para os grandes e acessíveis aos mesmos são muito poucos e essa medida iria inflacionar jogadores como Quaresma, Manuel Fernandes, Hugo Almeida, Ruben Micael, Silvio, Vaz Tê, etc, pois os clubes ficariam praticamente obrigados a focarem as contratações nesses jogadores, sem terem alternativas.
-Por outro lado, os clubes iriam ser literalmente obrigados a vender a todo o custo os estrangeiros que possuem, de forma absolutamente sem critério, para abrir vaga aos portugueses. Como se sabe, grande parte do investimento dos clubes está feito nesses jogadores e esse factor conduziria os clubes a uma situação económica absolutamente ruinosa.
-Por esse motivo, acho que, no imediato, as medidas não deveriam obrigar os clubes a mexer nos elencos actuais, mas sim serem medidas focadas nas contratações que possam ser feitas daqui para a frente, criando medidas que motivem a contratação do jogador português (ou a formação) em detrimento de serem contratados mais estrangeiros 8aí sou da opinião que estas deveriam ser restringidas a 2 ou 3 por ano).
Apesar da gravidade da situação, acho que a medida que defende seria uma medida em busca de resultados imediatos, mas parece-me que estes poderiam não ser tão positivos como se espera.
Dar um ou dois anos aos clubes para se prepararem para essa medida (a medida poderia ser anunciada já mas ser implementada em 2014, por exemplo) poderia fazer com que os clubes se preparassem melhor para essa situação e acabar por conduzir a melhores resultados.
Maís uma vez, obrigado VM por falar da realidade das "coisas" (again!).
ResponderEliminarMas fica aqui um reparo, que certamente mais gente o fez e o VM não deixou de pensar. O VM ou alguém ja fez chegar esta "VISÃO" aos orgãos competentes e com poder para implementar esta soluçao ou algo do género??
Se não, era bom que assim fosse! Pois nem todos conhecem este excelente projecto pessoal denominado VISÃO DE MERCADO e o seu excelente trabalho (gratuíto!).
Grande artigo, o VM está completamente correcto no que afirma. Esperemos que as equipas B concedam oportunidades ao jogador português (custa-me ver, por exemplo, que o meu clube empreste o Castro ano após ano e se contrate Souza, Prediger, Andrés Madrid e outros quando são infinitamente inferiores e não sentem a camisola. A meu ver, a crise devia afectar profundamente o futebol português; assim, quer quisessem quer não, os clubes portugueses apostavam obrigatoriamente no seu produto.
ResponderEliminarVM
ResponderEliminarDesculpem, mas... e no meio onde fica a Lei Bosman? Acesso ao trabalho e livre circulação no espaço europeu, bla bla...
PS: a (suposta) lei dos 6+5 (???) sempre vai avançar?
Para haver mais jogadores portugueses nas Ligas nacionais, basta acabar com os salários mínimos existentes no futebol português.
ResponderEliminarAbolir as indemnizações por formação nas transferências internas de jogadores até aos 24 anos mesmo que os jogadores acabem contrato.
Em poucos anos haverá centenas de jogadores nacionais em todas as divisões nacionais.
deixo so aqui um ponto de vista..
ResponderEliminarporque será que a liga de clubes nao faz nada em relação ao jogador portugues?? porque nao protege e explora todo o potencial do portugues??
ora todos sabemos que a liga de clubes como qualquer outro meio futebolisticos em portugal é controlado por pinto da costa.. toda a gente sabe é uma vergonha do cara... mas ninguem faz nada.. se a liga de clubes fosse um orgao digno e uma instituicao decente que visasse o melhor para o futebol portugues iria tomar medidas como as que o VM e muito bem referiu.. so que ha um pequeno problema.. como as formações do porto e do benfica sao fraquitas ( boas mas nao tao quanto as do sporting) a aposta na formação e no jogador portugues iria trazer uma nova egemonia ao futebol nacional.. acabava a egemonia do estranjeiro e comecaria a egemonia do jogador portugues com o sporting a limpar tudo a nivel nacional!! ah pois é.. todas as medias para proteger o jogador nacional e a selecção iriam tornar o sporting avassalador em todos os aspectos.. devido ao nivel da formação ser extremamente competente e elevado tudo o que saisse seria para aproveitar, tendo um enorme dominio no campeonato e competicoes internas, e isso nao convem nada a pinto da costa..
mais uma vez digo.. somos um povo cheio de talento, de tanto potencial.. e somos dominados por corruptos ladrões invejosos que nos cortam as asas impedindo que possamos voar ao mais alto nivel.. vi portugal com maior parte dos jogadores formados no scp jogar de olhos nos olhos com alemanha holanda espanha.. sem ficar a dever nada em muitas situaçoes fomos superiores.. pena é que nas competições nacionais é a vergonha todos os anos sem que haja alguem que faça alguma coisa..
deixo aqui a minha teoria da conspiração, com muita verdade á mistura.. saudaçoes desportivas
boa tarde
ResponderEliminarSerá que podem fazer um post sobre o próximo europeu de sub-19 que vai começar na terça feira ?
gostava de saber quais são as possibilidades de portugal nesta competição
Obrigado e continuem o vosso excelente trabalho VM
Como alguns comentadores já disseram, isto não pode ser implementado no espaço da União Europeia. Vão pesquisar e vejam os campeonatos que têm este tipo de regras, e verão que nenhum deles pertence a um país da UE.
ResponderEliminarboas sugestões
ResponderEliminarsó acrescentaria mais uma: acabar com as comissões
Ric,
ResponderEliminarNão estou a levar para clubismos, mas como o sr. disse é impossível o Sporting apostar em jogadores de 19 anos e ombrear com jogadores de 9 milhões... por isso a mesmo a culpa é dos outros que NUNCA apostaram na formação e por isso quase que "obrigaram" o Sporting a mudar de estratégia para tentar re-aproximar-se dessas equipas, isto se quer voltar a ser campeão!
Manel disse...
ResponderEliminare não se esqueçam de Sérgio oliveira, tem muita qualidade para estar na divisão onde está
Como já referi em posts anteriores, a única medida do VM com a qual eu não concordo, é a obrigatoriedade de utilizar portugueses no onze inicial, pois a meu ver baixaria a competitividade de um plantel. Ao invés disso preferia a obrigatoriedade de inscrever portugueses, 45% do plantel teria que ser português, sendo que pelo menos 5 ou 6 jogadores teriam de ser formados em Portugal.
ResponderEliminarTodas as medidas teriam ser progressivas e não de imediato.
Na formação, concordo com 8 titulares portugueses.
Nas equipas B concordo com a limitação de estrangeiros.
Na liga de honra, penso que pelo menos 60% do plantel deveria ser português.
Ps: Proponho ao VM, que faça uso dos comentários, e faça uma petição com as medidas mais consensuais, que caso essa mesma tivesse sucesso apresentá-la à liga de clubes, e aos clubes das ligas profissionais. Entendo que seja difícil, e muitas vezes frustrante devido ao pouco feedback, no entanto esta é uma situação que diz respeito a toda a gente que gosta de futebol.
ps2: sei que muitos adeptos pouco se importam se a selecção tem sucesso, desde que o seu clube tenha sucesso. No entanto, há que sentir orgulho, quando os jogadores do nosso clube representam o nosso país. Como em 2004, era com imenso orgulho que eu via a seleção com o onze quase todo do meu clube do coração. E os Sportinguistas viram esta seleção, com quase todos os jogadores com ligação a esse clube. Esta questão diz respeito a todos.
Cumprimentos,
Ricardo Silva
Já pensaram em mandar estas medidas à FPF!? (Não aceitem este comentário, só estou a deixar uma sugestão porque concordo com essas medidas...)
ResponderEliminarEstou totalmente de acordo com essas medidas!!! tentem fazer uma recolha de assinaturas para apresentarem essas medidas, ou uma petição pública... tentem fazer com que cada vez mais pessoas saibam destas medidas e que tomem consciência que o futuro do futebol português não é animador! É fundamental serem tomadas decisões e rápido!!!
ResponderEliminarNão concordo nada, mas nada mesmo... Menos jogadores em equipas de TOP Mundial? 3/4 da defesa do Real Madrid é portuguesa, temos jogadores, no Chelsea, no Valência, no Man Utd... Temos uma selecção de sub-20 que só foi à final com o Brasil...
ResponderEliminarTambém depois da geração de ouro acabar iamos voltar a ser a porcaria de sempre, e já lá vão 6 ou 8 anos, desde que a geração de ouro se começou a dissolver...
Portugal é um país que joga futebol, sempre jogou e sempre vai jogar, os jogadores vão sempre aparecer e acredito, e tenho a certeza que cada meia-final perdida é mais uma aprendizagem, para a próxima vamos ser melhores e um dia vamos ganhar a nossa primeira grande competição!
Na II Liga tirando Estoril, Naval, Santa Clara e Portimonense as equipas tinham mais de 60% de portugueses, algumas inclusivé mais de 80%.
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